A Hamlet acaba de ganhar dois novos colaboradores. Nuno Passô é o novo Diretor de Estratégia e Crescimento. Com mais de 20 anos no mercado publicitário, começou a sua carreira no Grupo Publicis, foi Diretor Administrativo e Financeiro da Foote Cone & Belding e sócio fundador do Grupo Strat. Ao longo do seu percurso esteve à frente de equipas responsáveis pela comunicação de empresas e marcas como Nestlé, Super Bock, P&G, CTT, Robbialac, Galp Energia e SIVA. O novo partner da Hamlet chega com o objetivo de ajudar a empresa a atingir as suas metas financeiras, aumentar a participação no mercado e conquistar novos clientes. À empresa liderada por Jayme Kopke junta-se também Inês Martins. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Autónoma de Lisboa, Inês ajudará a criar conteúdos para as redes sociais, a newsletter e o blog da Hamlet.
O medo, a perplexidade e o assombro que acompanharam a batalha de Go entre Lee Sedol e o AlphaGo em 2016 são parecidos com as reações que agora provocam o Chat GPT e similares. É uma mistura de sentimentos que ainda veremos surgir muitas vezes, à medida que novas ferramentas baseadas na Inteligência Artificial forem tomando conta de cada vez mais campos da nossa vida.
No seu marketing, nas ações do dia-a-dia, na educação dos seus filhos, os erros são inevitáveis. Sabendo disso, qual é a melhor maneira de lidar com eles?
Quando me interessei pela comunicação de marketing B2B, já lá vão uns anos, tinha muita clareza quanto ao problema que queria ajudar a resolver. A maior parte da comunicação dirigida a empresas à minha volta parecia ser isso mesmo: dirigida “a empresas” – não a seres humanos. O pressuposto: “empresas” apreciariam uma comunicação fria, racional, cinzenta. Chata. Mas a minha experiência – profissional e não só – dizia-me que as pessoas em geral preferem uma comunicação bem diferente.
A praga das Teorias da Conspiração tem assolado o mundo e causado danos. Indivíduos com imaginação fértil dedicam-se a descobrir, por trás de tudo o que fazem ou dizem as pessoas de que não gostam, motivações e preferências ocultas. É um talento que poderia ser empregado, com mais proveito para o mundo, pelos profissionais de marketing.
Deve ser uma deformação profissional - estou na comunicação e sei que as palavras contam - mas o certo é que embirro com algumas. Uma delas é "networking". E não é só por ser uma daquelas inglesices que regularmente nos entram no vocabulário sem que façam qualquer falta. O networking é mais grave. Não me entenda mal. Eu espero que a sua vida profissional lhe permita conhecer muitas pessoas. E acho ótimo que crie de propósito oportunidades para isso, usando todos os pretextos que conseguir - aquele congresso, por exemplo, cujos temas não lhe interessam nada, mas onde encontrará Fulano, que talvez lhe possa apresentar Beltrano. Sem pessoas não se fazem negócios, não se colabora, não se produz. E, sim, as pessoas se relacionam em rede. Mas, então, o que há de errado com o networking?
O email marketing é uma das armas mais poderosas para o seu marketing digital – especialmente se a sua empresa opera num mercado business-to-business. Apesar de muita gente já ter anunciado para ontem o seu desaparecimento ou substituição por outras tecnologias, o email insiste. E vai continuar a ser cada vez mais importante para o seu negócio B2B. Descubra por quê.
Acabara de aprender a conduzir, era a minha primeira saída e estava a correr tudo bem – até ao momento de entrar em casa. Ao lado da garagem dos meus pais havia outra, e por um segundo hesitei: por aqui ou por ali? Na dúvida, fui em frente – e espetei-me entre os dois portões.
Da pior maneira possível, esta situação vem lembrar uma das diferenças entre a típica relação entre uma empresa e o seu cliente no B2C e no B2B. Quando eu, consumidor, por qualquer razão deixo de confiar numa marca, posso ter alguns dissabores temporários, mas a solução não é complicada. Troco de marca – de detergente, de carro, de banco, de supermercado – e já está. Alguns negócios entre empresas também permitem essa flexibilidade. Mas o caso do coronavírus ilustra uma situação bastante diferente.
Porque é que o digital intimida tantas empresas, sobretudo entre as que mais poderia ajudar? Esta foi a pergunta que Jayme Kopke fez num recente evento da Associação Industrial do Minho em que foi convidado a falar.
O designer e diretor de arte brasileiro Luis Christello volta ao mercado português, iniciando a colaboração com a Hamlet B2B, agência especializada na comunicação business-to-business.
Algumas das marcas que têm recorrido à Hamlet para comunicar com públicos profissionais.
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