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E-motion: uma revista gratuita pela qual ninguém se importaria de pagar

Os 20 anos da Novabase foram marcados pela renovação da sua revista institucional – a e-motion. Levada a cabo pela Hamlet, a reformulação – que, por coincidência, aconteceu precisamente no número 20 – deu à publicação um grafismo mais fresco, imagens mais apelativas e um conteúdo que, sem perder o rigor, passou a ser tratado de forma mais interessante e atraente.

Para uma empresa como a Novabase, que comunica com vários grupos de stakeholders, uma revista era um meio valioso de transmitir regularmente mensagens e pontos de vista capazes de tornar a sua imagem mais conhecida e mais nítida.

Dirigida aos colaboradores, clientes, parceiros, accionistas e formadores de opinião, a e-motion visava reforçar a notoriedade e prestígio da marca, estimular a partilha interna de informações e ideias, divulgar serviços e sucessos da empresa. Visava também dar visibilidade às pessoas que a compõem, evidenciando a sua competência e posicionando-as como líderes de opinião.

Com a “nova” e-motion, procurámos fazer uma revista tão interessante para o seu público como qualquer similar vendido em banca. Embora gratuita, quisemos que fosse uma revista pela qual o leitor não se importaria de pagar.

Tendo em conta que estávamos a falar com diferentes áreas profissionais, diferentes níveis etários, diferentes posições funcionais e graus de relacionamento com a empresa, evitámos uma abordagem excessivamente especializada ou “para dentro”, preferindo um tratamento acessível e interessante tanto para os “insiders” como para o leitor leigo.

Da mesma forma, o projecto gráfico foi concebido para servir o prazer da leitura. Limpo e contemporâneo, procurava dar máxima legibilidade aos textos e máximo aproveitamento às imagens. A escolha de uma paleta em que o azul é dominante reflectia por um lado a personalidade de uma empresa em que sobriedade não é sinónimo de formalismo. Por outro lado, permitia tirar partido de imagens que com alguma frequência, pela própria natureza dos assuntos tratados, poderiam ser abstractas.

Quer saber a opinião da Novabase sobre o trabalho da Hamlet?

 

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