Hamlet ajuda Novabase a fazer um Relatório e Contas diferente

Tirando investidores e analistas, um Relatório e Contas é aquela publicação obrigatória das empresas que ninguém propriamente lê, certo?

A Novabase parece não pensar assim. No seu Relatório e Contas de 2013 preferiu ver uma oportunidade para comunicar a sua marca e traduzir a visão da empresa de forma interessante e surpreendente.

 

Celebrando nesse ano o seu 25º aniversário, a Novabase decidiu não fazer a o habitual, ou seja, uma retrospetiva do seu percurso desde 1989. Seria uma história fascinante, uma vez que a startup daquele tempo se transformou na maior tecnológica do país. Mas, em vez de olhar para trás, a Novabase preferiu espreitar o futuro.

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Novabase

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“Como acha que a tecnologia vai mudar o mundo e a vida das pessoas nos próximos 25 anos?” foi a pergunta colocada a alguns dos decisores de topo da empresa. O resultado foram várias horas de entrevistas com reflexões sobre o papel da tecnologia, a nossa capacidade de prever o futuro e alguns vislumbres sobre o que podemos esperar para a próxima década.

Com texto da Hamlet, o livrinho “Now What?”, que acompanha o Relatório e Contas, partilha algumas destas reflexões – feitas a partir do olhar privilegiado de quem lida com a tecnologia todos os dias, conhece a fundo as suas tendências e as suas incógnitas. E que, por isso, sabe melhor do que ninguém a dificuldade de adivinhar o futuro num mundo que muda tão depressa.

“Não podermos prever o futuro não nos impede de sonhá-lo”, lê-se na primeira página do Relatório. E é a partir desse “sonho” que a Novabase consegue uma proeza: transformar um Relatório e Contas numa leitura que ninguém vai querer largar.

 

Em vez de fazer um Relatório e Contas como os outros, no seu 25º aniversário, a Novabase decidiu contar a história da empresa de forma interessante e surpreendente.

No livrinho "Now What", cujo texto ficou a cargo da Hamlet, alguns dos decisores de topo da Novabase partilharam a sua visão de qual será o papel da tecnologia no futuro.