B2B ou B2C? Novabase responde com portfolio feito pela Hamlet.

Ao redefinir a sua marca, em 2011, a Novabase adotou uma visão tão sucinta como ambiciosa: tornar a vida das pessoas e das empresas mais simples e mais feliz.

Ao fazer isso, a empresa rompeu o limite tradicional que separa as empresas B2B das B2C, especialmente na área das tecnologias, redefinindo-se como B2B2C, ou seja: não só melhora a vida dos seus clientes empresariais, mas fá-lo sempre em função do utilizador final – o cliente do seu cliente.

 

Para uma empresa de IT cujos produtos e serviços são com frequência esotéricos para os não-especialistas, traduzir no concreto essa abordagem user-friendly, focada em benefícios finais carregados de empatia e emoção, não parecia à partida a tarefa mais fácil. Mas foi isso que a Hamlet e a designer Patrícia Freitas ajudaram a Novabase a fazer, na brochura que apresenta o portfolio dos serviços da empresa no setor dos transportes e aeroespacial.

Cliente:

Novabase

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Desenvolvida a partir de um conceito criativo proposto pela própria equipa da Novabase, para cada problema tecnológico do setor que a Novabase ajuda a resolver, a brochura enfoca não só o benefício para os seus clientes diretos – empresas, consórcios ou entidades governamentais – mas também o dos utilizadores finais, aqui representados por um grupo de simpáticas personagens.

Integrando reflexões sobre as tendências do mercado e case studies, a brochura é dirigida à conquista de clientes no mercado internacional – uma aposta estratégica e que já responde por 25% do volume de negócios da Novabase, a maior tecnológica portuguesa.

Veja a opinião deste cliente sobre o trabalho da Hamlet.

As personagens criadas pela Hamlet mostram que as soluções da Novabase beneficiam tanto os clientes diretos da empresa como os consumidores finais.