A peça desenvolvida pela Hamlet foi muito mais do que um exercício criativo de comunicação da nossa EVP. Tornou-se, rapidamente, um ativo estratégico para Tech Talent.
Mais ainda, veio dar resposta a uma questão que, enquanto gestão, nos colocávamos com frequência: estaremos realmente a comunicar bem a nossa EVP à equipa? O “mapa da zona de conforto” trouxe essa clareza, ao traduzir aquilo que defendemos num formato acessível, consistente e fácil de interiorizar por todos.
O “mapa da zona de conforto” conseguiu algo que raramente vemos acontecer com este tipo de conteúdos: transformou um conceito, a nossa proposta de valor enquanto empregador, numa experiência tangível, memorável e facilmente compreensível por diferentes audiências.
Internamente, ajudou-nos a alinhar discurso, reforçar a nossa identidade e criar um sentimento de pertença nos colaboradores. Mas foi também na relação com clientes que o impacto superou claramente as expectativas. Hoje, utilizamos esta peça como suporte em reuniões comerciais e apresentações institucionais, porque ela materializa, de forma simples e diferenciadora, aquilo que nos distingue. Mais do que explicar, conseguimos de alguma forma tangibilizar.
Este nível de clareza e diferenciação tem-nos ajudado a reforçar confiança junto dos clientes e a posicionar como um parceiro que não entrega apenas competências técnicas, mas uma jornada de talento consistente e sustentável.
Em resumo, passou de peça de employer branding a ferramenta ativa de negócio, algo que, enquanto gestão, valorizamos muito.