Avaliar ideias criativas – só uma questão de gosto?

De todo o processo de criação das ideias publicitárias, a fase da avaliação é talvez a parte menos glamourosa, mas nem por isso a menos importante.

Matar ou salvar uma ideia? Deixá-la ir em frente  ou alterá-la radicalmente? Até onde posso pedir alterações sem destruir a força da ideia? Que fasquia criativa devo pôr à minha agência? Em que ocasiões, mesmo contrariando a Newsletter da Hamletagência, devo sacrificar a criatividade a outros considerandos?

Estas são opções nem sempre tranquilas para quem decide. Não só porque toda a aprovação é carregada de subjetividade, ou por causa dos muitos egos investidos. Sobretudo, a pergunta é: será que esta minha decisão vai ser boa para a marca? Vai gerar vendas? Vai ter o resultado que pretendo – e que esperam de mim?

O crash course “Como Avaliar Propostas Criativas”, que conduzirei na Academia APAN dias 3 e 4 de dezembro, não tem a resposta definitiva para todos estes dilemas – até porque essa resposta não existe. Mas ajudará a tornar o processo de decisão, senão mais fácil, pelo menos mais seguro e consciente.

Vamos percorrer os critérios objetivos e subjetivos a ter em conta na avaliação das ideias, e refletir sobre a maneira como cada um de nós Plano de Comunicação Internaparticipa do processo de avaliação.

Com critérios mais claros e partilhados por quem cria e quem aprova, a aprovação de ideias deixa de ser uma questão unicamente de gostos e idiossincrasias. E o seu resultado torna-se também mais previsível – e aceitável – por todos os intervenientes.

Dias 3 e 4 de Dezembro, das 10h às 13h, na APAN.  Para participar ligue 21 796 9692 e fale com a Edite Martins.

 

Jayme Kopke

da Hamlet

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