A anatomia do passa-palavra

Quando The Anatomy of Buzz foi escrito, em 2001, o Google, o Facebook e ferramentas semelhantes não tinham ainda revolucionado a forma como nos interligamos. O passa-palavra, embora já acelerado pela internet e pelo email, tendia ainda a ser visto como um efeito secundário da comunicação de marketing.

O grande mérito do livro de Emanuel Rosen é justamente ter olhado de outra forma para o que hoje sabemos ser um fator crucial para o sucesso de uma marca, sublinhando a importância de dominar e sistematizar o “word-of-mouth”, em vez de o deixar acontecer ao acaso.

Embora o livro não traga nenhum conceito revolucionário, os case studies que apresentaNewsletter da Hamlet mostram a importância de um esforço metódico e disciplinado para criar e, tanto quanto possível, controlar as correntes subterrâneas de opinião que – hoje sabemos com mais clareza – podem impulsionar ou travar qualquer esforço de marketing.

Num mundo hiperconectado por todo o tipo de aparelhos e tecnologias, com o “buzz” a viajar com uma velocidade que há não muitos anos era inimaginável, integrar os conceitos apresentados por The Anatomy of Buzz: How to Create Word of Mouth Marketing, transpondo-os para o novo contexto tecnológico em que vivemos, é ainda mais necessário.

Sei que o próprio autor o terá feito na revisão que fez ao livro em 2009. Mas esse The Anatomy of Buzz Revisited: Real-life lessons in Word-of-Mouth Marketing eu ainda não li.Se você já o leu, porque não acrescenta aqui os seus comentários?

 

Jayme Kopke

da Hamlet

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