#120 – Tornar as empresas mais produtivas – com poesia?! – com Paulo Condessa
As empresas andam preocupadas com as pessoas. Têm Departamentos de Felicidade, investem em Employer Branding e eventos de Team Building. Tudo certíssimo. Mas, para o Paulo Condessa, costuma faltar um ingrediente. O hemisfério direito do cérebro – que ele propõe mobilizar com uma ferramenta pouco habitual nos escritórios: a poesia
O Paulo começou a sua vida profIssional no marketing e na publicidade, mas acabou atraído para explorações muito diferentes. Foi da poesia ao espetáculo e daí ao trabalho com grupos para o cultivo da inteligência emocional, e do team building. É esse trabalho que quer levar também às empresas, onde defende que faz falta mais criatividade, mais vulnerabilidade, mais disponibilidade para brincar e arriscar.
O que o Paulo propõe é toda uma outra forma de estar na vida profissional. Com que benefícios? É o que vai descobrir nesta conversa.
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Oiça o episódio e descubra:
- O que faz com que, no mundo, cerca de 80% das pessoas não se sintam envolvidas com o seu trabalho.
- O que faz da vulnerabilidade a nossa maior força.
- Como ter um propósito empresarial claro melhora o bem-estar e a motivação dos colaboradores.
- O que levou à mudança de foco do posicionamento para o propósito, como princípio estratégico, e que benefícios vêm dessa mudança.
- De que forma a poesia pode ser uma ferramenta para criar coesão, motivação e envolvimento dentro da empresa.
Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir.
A falta de ligação ao trabalho
Muitos profissionais não se sentem conectados com as suas funções, encarando a carreira apenas como um meio de sobrevivência financeira. Este distanciamento bloqueia a criatividade, prejudicando a inovação e a resolução de problemas complexos. O desafio da liderança é inverter este cenário através da criação de um ambiente seguro e psicologicamente saudável para as equipas.
Comunicação não é um remendo comercial
Existe uma linha clara que separa falhas de comunicação de problemas estruturais de marketing. A comunicação altera perceções, mas não salva um produto que o mercado rejeita. Porém, quando ajustamos a mensagem para responder à dor emocional de quem compra, em vez de apenas listar características técnicas, a venda flui com naturalidade.
O propósito como motor de mobilização
O foco da gestão evoluiu do simples “posicionamento” para a mobilização através do propósito. Mas este propósito não pode ser uma manobra externa: tem de ditar as regras internas. Quando a equipa entende a missão e vê o impacto real do seu trabalho, a motivação dispara. Treinar a inteligência emocional e liderar pelo exemplo deixam de ser teoria e passam a sustentar a rentabilidade no B2B.
Sobre o Paulo Condessa:
Recomendações Livros:
Hold on to Your Kids — Gordon Neufeld
Leading Without Authority — Keith Ferrazzi
Pessoas e Instituições mencionadas:
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