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Como segmentar a sua base de dados de email a partir dos comportamentos do seu target

Quanto mais informação tiver sobre a sua base de dados de email, mais eficaz será o seu email marketing. E mais fácil será enviar ao seu target mensagens relevantes e certeiras.

Leia o artigo e descubra como fazer dos comportamentos dos seus assinantes a bússola do seu email marketing.

 

Há duas maneiras, como mostrei no último artigo desta série, de conseguir informações sobre quem está na sua base de dados.

Uma, que já desenvolvi nesse artigo, é perguntar – e o conhecimento que obtém dessa forma é precioso. Basear as suas mensagens no que os seus assinantes dizem sobre si mesmos é como fazê-los escrever eles próprios os emails que querem receber. Tiro e queda.

A outra maneira é registar não as palavras, mas os comportamentos do seu assinante. A data e o modo como se inscreve na sua base de dados. A forma como interage com os seus emails. Se abre ou não um email sobre determinado tema. Se clica ou não num link. Se partilha ou dá feedback. E assim por diante.

 

Ações valem mais do que palavras

Newsletter da HamletO que as pessoas fazem é mais eloquente do que o que dizem.

A taxa de abertura alta ou baixa de um determinado email, por exemplo, é o comentário mais conclusivo que você pode receber sobre o interesse daquele tema para a sua audiência.

Estar atento a esse comentário sem palavras é o que lhe permitirá ir melhorando a eficácia da sua comunicação – testando continuamente os subjects, as datas e horários de envio ou o conteúdo de cada mensagem.

Essa informação também lhe permite segmentar os seus envios. Imagine que dispara um email com um link para uma oferta. Pode ter pelo menos quatro respostas diferentes:

  1. Parte da sua base de dados vai ignorar o seu email.
  2. Outra parte vai abrir o email, mas não clica no link.
  3. Outros clicam no link e entram na landing page com a oferta – mas não a aproveitam.
  4. O quarto grupo vai até ao fim: abre o email, clica no link e agarra a oferta.

Cada um desses grupos tem de ter um tratamento diferente. Ao enviar uma mensagem de insistência ao primeiro até pode manter o texto do email rigorosamente igual e mudar apenas o subject.

No segundo caso já não pode fazer assim: tem que mexer no próprio corpo do email. Talvez um texto menor? Ou mais comprido? Talvez uma outra imagem ou um vídeo?

Clique na imagem para descobrir o trabalho da Hamlet na newsletter digital da Linde Saúde.

Quanto ao terceiro caso, sabe que estas pessoas estiveram quase, quase para ser seduzidas pela sua oferta. Ficaram tentadas, mas desistiram. Qual terá sido o motivo? Talvez seja o caso de lhes perguntar, num email dirigido a todo esse grupo ou em telefonemas por amostragem. Seja como for, o comportamento que você observou deve dar origem a uma resposta específica, sob medida para esse segmento.

O quarto segmento, por fim, tem direito a partir daí a uma comunicação completamente diferente: ensiná-los a usar o que compraram. Propor-lhes novas ofertas. Pedir que deem feedback e recomendem a sua oferta a outros potenciais clientes. Enfim, coloca-los numa sequência de comunicações própria para quem agiu como queria.

 

Mas monitorizar a base de dados não é uma trabalheira?

Há não muitos anos, classificar os registos da sua base de dados em função do comportamento era, sim, um trabalho insano.

Ou fazia isso manualmente. Ou tinha que usar ferramentas complicadas de gestão de base de dados, que eu nem sei como funcionam porque felizmente nunca tive que usá-las.

Hoje, a sua ferramenta de envio de emails faz a maior parte desse trabalho por si. Um sistema como o Mailchimp (ou qualquer um dos seus concorrentes) permite que segmente a sua base de dados a cada envio, de acordo com uma série de critérios comportamentais.

 

Uma ferramenta como o MailChimp permite-lhe facilmente segmentar os seus envios de acordo com os comportamentos do assinante face ao seu último email, por exemplo.

 

Cada vez que dispara ou programa um novo email, pode decidir enviá-lo a toda a base de dados ou apenas a um segmento, que escolhe na hora.Plano de Comunicação Interna

Por exemplo, faz o envio só às pessoas que abriram uma mensagem anterior. Ou só às pessoas que não a abriram. Só às que clicaram, ou não clicaram, num determinado link. Só às que aderiram à sua base de dados depois de uma determinada data – e, além disso, abriram mais de 80% das suas mensagens. Só às que indicaram o número de telefone no seu formulário de subscrição – ou às que não o indicaram. Etcétera, etétera, etcétera.

Combinando estes critérios você obtém uma infinidade de segmentos. Também pode atribuir-lhes scores, selecionando os critérios que tornam um assinante mais valioso para os seus objetivos. Tudo isso tornando a sua comunicação extremamente precisa e personalizada. Logo, mais relevante. Logo, mais eficaz.

 

O que ficou a faltar neste artigo?

O partido que pode tirar da sua base de dados, à medida que for aprendendo a qualificá-la e segmentá-la, é infinito. Por isso, certamente, neste artigo ficou a faltar um mundo de informações.

Se reparou em algo importante que não mencionei, por favor diga. Os comentários servem para isso – e também para deixar a sua opinião, dúvida, discordância – o que quiser. Seja qual for o seu feedback, sou todo ouvidos.

Se ainda está a pensar se o email marketing será ou não adequado à sua empresa faça este rápido teste autodiagnóstico. São só 8 perguntinhas de escolha múltipla para tirar todas as dúvidas.

E se precisar de ajuda profissional para o seu email marketing, fale com a Hamlet.

Jayme Kopke

 

 

 

 

 

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Comunicação de marketing, content marketing, e-mail marketing, Marketing B2B, Marketing Digital