Tudo sobre a Comunicação de Marketing

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Como fazer marketing low cost? A APAN explica

Briefing – 06-10-2014

ACADEMIA APANA Academia APAN está a promover o crash course sob o tema “Como fazer marketing low cost”, que se realiza a 14 de outubro. A formação será conduzida por Jayme Kopke, diretor-geral e criativo da Hamlet.

A ação de formação é dirigida a responsáveis de marketing e comunicação de pequenas e médias empresas mas, também, a gestores de produto e marca, que sejam confrontados com constrangimentos de budget.

Após o curso, os participantes terão competências para saber reconhecer e aproveitar oportunidades para desenvolver alções de programas de marketing de baixo custo.

Fonte: Briefing

Guia gratuito ajuda empresas a evitar erros nas feiras de negócios

aicep Portugal Global – 02-05-2014

“Com a necessidade de encontrar mercados, especialmente no exterior, cada vez mais empresas recorrem às feiras empresariais. As feiras são uma excelente ocasião para dar a conhecer produtos, fazer contatos, iniciar parcerias e bons negócios. Mas, como qualquer outra ferramenta de marketing, também exigem conhecimento e preparação.

É fácil cometer erros – que muitas empresas acabam mesmo por cometer, tanto ao preparar a sua participação como na etapa pós-feira, e mesmo durante o evento propriamente dito. E, como a participação nas feiras custa dinheiro, estes erros podem sair caros.

Foi a pensar nisso que a equipa responsável pelo Trade Fair in a Box – uma solução chave na mão para a comunicação em feiras de negócio – criou um guia com 10 erros muito frequentes de quem participa em feiras de negócio. O guia também explica o que é preciso fazer para os evitar.

Intitulado, justamente “10 erros muito frequentes das empresas quando participam das feiras de negócio, e o que é preciso fazer para os evitar” o guia está disponível online. Para fazer o download gratuito vá a http://www.tradefairbox.com/GuiaFeiras.html

Fonte: aicep

Novidades na Academia

Briefing – 04-02-2014

 

crash course “Como tirar mais partido da sua agência”

Fotografia do crash course “Como tirar mais partido da sua agência” dado por Jayme Kopke na Academia APAN.

“A Academia APAN apresentou hoje, em Lisboa, as suas novas propostas na área da formação com “mais áreas de conhecimento, novos temas e mais formadores”. O crescimento é a palavra-chave para 2014.

As novas linhas estratégicas foram apresentadas na Culturgest numa sessão que contou com a participação de Augusto Mateus, numa antevisão de um novo ciclo económico para 2014. Na sua intervenção, apresentou novas ideias que podem impactar o crescimento das empresas, nomeadamente através do investimento na formação.

É neste contexto que a Academia APAN se apresentou como uma solução concebida para o mundo real em que as empresas hoje operam, tendo como pressuposto que tudo está a mudar a uma velocidade como nunca antes aconteceu.

A Academia criou novos formatos para as suas ações de formação que permitem desenvolver competências-chave que os profissionais de marketing e comunicação necessitam para conseguir uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes.

“Depois de terem passado pela Academia APAN quase 300 profissionais, que avaliaram as nossas ações de formação com Excelente e Muito Bom (84%) e Bom (16%), acreditamos que estamos em condições de avançar para uma fase mais ambiciosa da Academia que nos permita chegar alargar a nossa oferta e as nossas propostas de valor. Temos inclusivamente a possibilidade de ajustar a nossa oferta às necessidades específicas de cada empresa, envolvendo mais do que um formador, o que, nos dias que correm pode marcar a diferença”, refere Manuela Botelho, secretária-geral da APAN.

João Paixão, o novo coordenador pedagógico da Academia APAN, revelou também que a Academia vai, este ano, alargar o leque de temas explorados e reforçar o nível de exigência nos conteúdos, justificando assim o maior número de formadores envolvidos. “O objetivo é conseguir abranger o máximo de competências, abordando as chamadas hard skills – relacionadas com marketing management até à disciplina específica de publicidade, e que conduzem ao trabalho sobre o comportamento dos consumidores/shoppers –, mas também as soft skills, ligadas às competências pessoais e relacionais dos formandos, não só do ponto de vista individual mas também coletivo”, afirma.

Segundo Manuela Botelho, “este trabalho tem sido fruto de uma auscultação constante dos formandos, o que nos tem também permitido evoluir num sentido muito positivo e de crescente adesão às formações. Há, para além disso, uma preocupação em garantir o maior rigor e qualidade das ações, e também em diversificar ao máximo não só os conteúdos, mas também os formadores. É uma aposta contínua na relevância.”

A Academia APAN é a única iniciativa desta natureza promovida por uma associação do setor da comunicação em Portugal, e aberta a todos os profissionais.”

Jayme Kopke, diretor-geral da Hamlet
Fonte: Briefing

Como fazer um viral (à moda russa)

Briefing – 03-09-2013

 

Trade marketing: quando a prática não é acompanhada pela reflexão“Fazer um ‘viral’ tornou-se o sonho dos marketeers. Gastar uns tostões, ser visto por milhões. Quem não quer?”. O problema é que não é evidente. Mas o diretor-geral da Hamlet, Jayme Kopke, encontrou a “receita” num clássico russo e desvenda-a num artigo para o Briefing.

“Com a explosão da internet, ‘fazer um viral’ tornou-se o sonho dos marketeers. Gastar uns tostões, ser visto por milhões. Quem não quer?
O problema é que conseguir que um conteúdo se torne viral não é assim tão evidente. Se ao menos houvesse uma receita…
Pois eu achei uma, e onde menos esperava: no clássico Guerra e Paz, de Tolstoi. Editado em 1869, mas cuja receita continua válida – e contém precisamente 10 dicas, que traduzo a seguir, para criar um viral hoje:

“Bilibine gostava tanto da conversa como do trabalho, desde que ela fosse espirituosa e distinta. Quando em sociedade (1), estava sempre à espreita do momento (2) de dizer fosse o que fosse digno de ser notado e só com essa condição consentia embrenhar-se numa conversa (3). A sua conversação era toda salpicada (4) de frases originais (5) e espirituosas (6), e de interesse geral (7). Preparava as suas frases no silêncio do gabinete expressamente para que elas pudessem vir a ser espalhadas (8), para que as mais significativas pessoas da sociedade pudessem lembrar-se delas facilmente e repeti-las de salão em salão (9) . E, efetivamente, os ditos de espírito de Bilibine espalhavam-se nos salões de Viena, e por vezes tinham influência nos assuntos considerados sérios (10).”

Leão Tolstoi, in Guerra e Paz. 1973, Publicações Europa-América, Trad. Isabel da Nóbrega e João Gaspar Simões.

E agora a tradução:

1. Não seja um eremita.
Um viral precisa de uma “sociedade”. Num site sem visitas, os seus “ditos” – ou vídeos – não vão infetar ninguém. Hoje os salões são facebooks, twitters, youtubes, a sua lista de email… Frequente-os. Não há notícia de epidemia causada por um vírus tímido.

2. Esteja atento.
Para entrar na conversa com “à propos” – como diriam os russos francófonos de Tolstoi – é preciso estar à espreita. Ande por ali, participe, acompanhe os assuntos. Ou vai tropeçar no ponto 7.

3. Não brinque aos vírus.
Um profissional do contágio tem que ser mesmo isso: profissional. Influenciar é um trabalho a tempo inteiro, intencional, planeado e exigente.

4. Seja consistente
Já reparou que, no Governo Sombra, mal o Ricardo Araújo Pereira abre a boca o Carlos Vaz Marques desata a rir – mesmo que o outro ainda não tenha dito nada? Com o Bilibine devia ser igual. Mas para isso foi preciso que ele – como o RAP – “salpicasse” a sua conversa de coisas inteligentes ou engraçadas. Quando um vírus ganha fama, os hospedeiros ficam assanhados para o espalhar pelo mundo.

5. Seja original.
Mais fácil falar do que fazer, mas se precisar há profissionais para dar uma ajuda. Não é para isso que tem uma agência?

6. Faça rir.
Mais uma vez, fácil de dizer. Mas se é essa a vocação da sua marca (e de quem cria a sua comunicação), use-a à grande.

7. Apanhe boleias.
Conheça o seu público e escolha temas que já andam nas conversas. Por exemplo, se neste artigo eu saísse falando em Tolstoi não ia ter muita audiência. Mas como conheço o “interesse geral” dos leitores do Briefing, não falo de Guerra e Paz mas de como fazer um viral. Captei ou não a sua atenção?

8. Transpire.
Os conteúdos mais partilhados muitas vezes parecem vir de uma inspiração espontânea. Ilusão. Um viral raramente é um bilhete premiado – a internet que de repente faz explodir a nossa mensagem. Exige planeamento, trabalho, “o silêncio de um gabinete”.

9. Encontre os seus hubs.
Bilibine mirava nas “pessoas significativas” – as que contagiam o ambiente à volta. Conhece as suas? Líderes de opinião, comunidades afins com a sua mensagem mas capazes de a pôr a circular noutras esferas: injete aí os seus vírus.

10. Reclame o seu prémio.
Influenciar é um poder, daí o estatuto de celebridade ser tão procurado. Sejam globais ou de nicho (“o guru mundial dos comandos eletrónicos”), a aura das celebridades vai além do seu pelouro estrito. Por isso futebolistas são vozes na política, atores opinam sobre a felicidade, até gurus em comandos eletrónicos ganham comando sobre coisas mais importantes. Torne-se viral – e colha os frutos”.

Jayme Kopke, diretor-geral da Hamlet

Fonte: Briefing

Hamlet reforça portefólio com APAN e Banco BIG

Briefing – 12-04-2013

Hamlet reforça portefólio com APAN e Banco BIG

A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) e o Banco BIG são os mais novos clientes da Hamlet, agência especializada na comunicação B2B.

Com associados que representam cerca de 75 por cento do investimento publicitário em Portugal, a APAN tem dinamizado a sua atuação em várias frentes. Além da defesa dos interesses dos membros em tudo o que se refere à comunicação comercial, está à frente de iniciativas como os Prémios Eficácia ou o programa Media Smart, de programas de formação como a Academia APAN e da difusão de conhecimento e boas práticas relevantes para o sector.

Apoiar a comunicação de todas essas iniciativas tendo como suporte principal o email marketing é o desafio colocado à Hamlet, que vê no email um integrador particularmente apropriado às características da APAN. O objetivo é estreitar a relação com os associados, através de uma comunicação focada no serviço e na relevância, e também apoiar os esforços de angariação de novos membros.

Já o Banco BIG, distinguido pela revista Exame como melhor banco – pela quinta vez em seis anos – e novamente o mais sólido, na categoria médio e pequeno banco, recorreu à Hamlet para criar e produzir a campanha de divulgação online destas distinções.

Especializada na comunicação de marketing B2B, com a APAN e o Banco BIG a Hamlet aumenta uma carteira de clientes, que inclui a ANA Aeroportos de Portugal, a Novabase, a CP Carga, a LBO e a Fellowes Ibérica, entre outros.

Hamlet faz parceria com agência brasileira

5 de abril de 2013, Meios & Publicidade

logotipo HamletA Hamlet, empresa especializada na comunicação de marketing B2B, fez uma parceria com a agência brasileira Sarau Comunicação para trabalharem oportunidades de negócio nos dois países. O objectivo é acompanhar a internacionalização de empresas brasileiras e portuguesas. “A aproximação com a Hamlet começou há dois anos, quando Paulo Bittencourt, um dos sócios da Sarau, aproveitou uma visita a Portugal para conhecer de perto a Hamlet, que já seguia pela internet, e acabou por descobrir afinidades que iam além do foco no mercado B2B. Além da forma de trabalhar, descentralizada e em rede, ambas as empresas dão grande importância ao conhecimento como motor do negócio”, descreve a Hamlet. A Sarau tem escritórios em São Paulo e em Porto Alegre.

 

 

Hamlet trabalha Fellowes

6 de março de 2013, Meios & Publicidade

A agência Hamlet foi escolhida pela Fellowes, fabricante e distribuidora de equipamentos de escritório e soluções de arquivo, para adaptar para o mercado português a sua campanha para as destruidoras de documentos. A campanha, que consistiu na adaptação da mecânica promocional e na criação do site www.destruidorasfellowes.com, prolonga-se até ao fim do mês. A acção, em que os clientes podem ganhar um iPad, decorre também nos pontos de venda.

Novabase

“Perfeccionismo e criatividade”

Cristina Aragão Teixeira, Ex-Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Campanha de recrutamento de talentos para a Novabase, criada pela Hamlet

“Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: ‘massacram’ o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é  um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing”.

Cristina Aragão Teixeira, Ex-Directora de Marketing e Comunicação da Novabase

.

Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

“Muito profissionalismo e sentido prático”
Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o  trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

“Rapidez e profissionalismo”
Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

“O parceiro ideal”
Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proactividade e rigor”
António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Estratégia e capacidade de resposta”
Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”.

ANA Aeroportos de Portugal

“Muito profissionalismo e sentido prático”

Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o  trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

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Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

“Perfeccionismo e criatividade”
Cristina Aragão Teixeira, Ex-Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: “massacram” o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing.

“O parceiro ideal”
Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proactividade e rigor”
António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Rapidez e profissionalismo”
Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

“Estratégia e capacidade de resposta”
Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”.