9 segredos para obter mais da sua empresa de comunicação de marketing

Na Hamlet queremos que os nossos clientes tenham resultados fantásticos. Só assim ficam contentes, voltam e até nos recomendam a outros clientes. Para isso damos o nosso melhor – mas podemos dar ainda mais quando do outro lado está alguém que puxa por nós. E é assim, acreditamos, com todas as empresas de comunicação que valem a pena. Vai daí, mesmo que nunca venha a trabalhar connosco (opção não recomendada), esperamos que goste destas 9 sugestões para obter mais, como cliente, da sua empresa de comunicação.
Intranet ANA Aeroportos de Portugal
A ANA Aeroportos de Portugal contou com a Hamlet para pensar a organização dos conteúdos da sua intranet

1. Saiba o que quer da sua empresa de comunicação

O primeiro passo para “obter o máximo” é definir o que é, para si, o máximo. Um bom começo é decidir para que precisa da sua empresa de comunicação.

  • Para pensar? (“Tenho um problema de comunicação para a resolver e preciso que alguém me apresente uma solução”).
  • Para fazer? (“Tenho ideias claras sobre o que quero fazer, preciso de quem as concretize”).
  • Ou para fazer acontecer? (“A única coisa que me importa são os resultados – vendas, por exemplo. Tudo o resto vem daí”).

Cada uma dessas orientações implica uma forma de trabalhar e uma relação diferente com a agência. E leva a escolher empresas de comunicação também muito diversas.

A Hamlet, por exemplo, está focalizada em pensar o melhor mix de ferramentas de comunicação para gerar o resultado que você pretende. Sabemos implementar, mas para tirar o máximo partido das nossas competências apreciamos que nos dê para resolver verdadeiros desafios de marketing. Tem algum que lhe ande a tirar o sono?

2. Quer a melhor empresa de comunicação? Escolha-a bem

Depois de definir o tipo de agência que procura e a relação que quer ter com ela, o próximo passo é escolhê-la com cuidado.

A Hamlet partilha os seus conhecimentos e maneira de pensar através da sua e-newsletter. Já é assinante?

A Hamlet partilha os seus conhecimentos e maneira de pensar através da sua e-newsletter. Já é assinante?

Antigamente, reconheçamos, era mais fácil. Naqueles tempos – lembra-se? – em que as agências eram só as de publicidade e mais duas ou três especialidades: design, marketing direto, relações públicas… Hoje há especialistas em tudo e mais alguma coisa e não é fácil decidir. E há uma decisão que vem ainda antes: é de especialistas que a sua marca precisa, ou de alguém que saiba integrar as diversas disciplinas? Se for esse o caso, vale a pena marcar uma reunião com a Hamlet.

Por outro lado, procura um parceiro ou um simples fornecedor? Uma extensão do seu marketing ou um mero executante? Para a vida ou para projetos ocasionais? Destas e de muitas outras respostas depende a escolha da sua agência.

Entre todos estes critérios, três merecem uma atenção especial. Avalie:

I. o trabalho que a agência já tem feito.

II. o que a agência sabe sobre a comunicação de marketing; e, especialmente,

III. aquilo em que acredita.

Pergunte-lhe, por exemplo: a publicidade é ciência, técnica ou arte? Só há campanhas boas e más, ou há também certas e erradas? A criatividade é sempre importante? Fórmulas e clichés são sempre de evitar? Porquê? E assim por diante. Depois, confronte as respostas com as suas próprias convicções.

6 Perguntas e 6 Respostas para criar um Plano de Comunicação Interna

A comunicação interna é uma das especialidades em que uma agência pode ter capacidade de resposta – como é o caso da Hamlet. Se é uma área com interesse particular para si, clique no botão.

Hoje, mais do que nunca, há todo o tipo de teorias e visões, muitas vezes conflituantes, sobre o que faz funcionar a publicidade e o marketing. Muitas agências não têm consciência dos pressupostos do que fazem: apenas seguem o mercado. Como se a comunicação fosse uma disciplina inventada ontem, sobre a qual só há opiniões, e não a experiência e o know-how de décadas.

Quanto maior a afinidade de pensamento entre si e a sua agência, mais bem-sucedido será o trabalho que farão juntos. Gaste algum tempo nessa avaliação – e poupe dissabores mais à frente.

3. Partilhe os seus critérios sobre o que é boa comunicação de marketing

Feita a escolha, convém que esta sintonia na forma como entendem a comunicação de marketing seja zelosamente preservada.

Só assim você ficará descansado, quando a agência estiver a criar uma campanha para a sua marca, porque conhece e concorda com os seus critérios sobre o que é a boa comunicação. Se tiver que lhe reprovar algum trabalho, não terá dificuldade em explicar as razões. Assim como não será difícil à agência defender uma proposta com base em pressupostos que são iguais aos seus.

Como fazer com que esta sintonia não se perca? É simples. Leia o próximo tópico.

4. Ensine a sua agência de marketing e aprenda com ela

Se a agência de marketing foi bem escolhida, entre ela e a sua empresa haverá sempre muito que ensinar e que aprender.

Artigo de Jayme Kopke no jornal Briefing

Partilhar publicamente conhecimento e opiniões (como fizemos, por exemplo, neste artigo que saiu no jornal Briefing) é uma das maneiras de uma agência dar a conhecer a sua visão sobre o funcionamento da comunicação de marketing. Clique na imagem para ler o artigo.

Do lado da agência, há todo um know-how sobre comunicação que você tem interesse em ir partilhando. Não para fazer o trabalho do agência – uma tentação a evitar – mas para o perceber. O marketing e a comunicação não param de evoluir. Se a sua agência é curiosa e atualizada, vai também dar-lhe conta das tendências, das novas possibilidades e desafios que vão surgindo. A Hamlet procura fazer isso no seu blog dedicado ao marketing B2B, e também na newsletter electrónica da comunicação empresarial business- to-business. Já os conhece?

Por outro lado, a sua agência tem tudo a aprender consigo sobre o seu mercado, os seus concorrentes, as oportunidades e desafios do seu negócio. Quanto mais conhecer o contexto em que a sua marca se move, mais será capaz de lhe apresentar soluções na mouche. E de aplicar às realidades que para si são o dia-a-dia aquele olhar “de fora” que é uma das vantagens de ter uma agência de marketing.

5. Faça o seu trabalho de casa: dê bons briefings

Ideias, estratégias e ações eficazes de comunicação não surgem no vácuo. Informação de qualidade – aquela que se encontra num bom briefing – são os ovos com que as empresas de comunicação de marketing fazem a sua omelete.

Quanto mais completa for essa informação, e quanto mais a agência compreender todo o contexto em que se insere o seu trabalho, mais condições terá de responder com uma comunicação certeira.

É claro que, para isso, ela precisa de si. Precisa da sua disponibilidade para preparar briefings precisos e completos, com base em planos bem estruturados. E para programar as ações de marketing de modo que a agência tenha não apenas os meios (informação, recursos) mas também o tempo necessário para fazer a sua parte como deve ser.

Em suma: faça a sua parte. E, em seguida, deixe a agência fazer a que lhe cabe.

6. Trate bem a sua empresa de comunicação: dê-lhe problemas difíceis

Como a boa comunicação de marketing até se distingue por ser simples, muitos deduzem que é algo que qualquer um pode fazer. Basta o bom senso, e pronto. Algo, como já reparou Descartes, que ninguém se queixa de não ter.

É natural, assim, que toda a gente se sinta habilitada a planear, conceber e redigir anúncios, campanhas, sites e tudo o que é comunicação comercial. Uma presunção tão natural quanto a dos adeptos de futebol que se acham mais capazes do que o treinador para dirigir a seleção. E igualmente errada.

Para tirar o máximo da sua empresa de comunicação, dê-lhe desafios difíceis. Problemas que puxem pela sua criatividade, pela capacidade estratégica e de articular diferentes disciplinas a partir de algum ângulo novo.

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E, sobretudo, resista à tentação de fazer ou refazer o trabalho que cabe à agência. Ao teleguiar o trabalho criativo ou alterar diretamente o que na sua opinião está mal, compromete o desempenho que vai obter no futuro. Além de minar a motivação dos profissionais da agência para trabalhar a sua marca, está a treiná-los para, da próxima, fazerem aquilo que pede em vez de recomendarem o que precisa.

O melhor é voltar ao ponto 3: assegurar que a agência percebe os seus critérios, (e vice-versa) e exigir que sejam respeitados. Ou, como alguém já disse: se comprou um cão, não lata.

7. Dê-lhe tempo para dar o seu melhor

O trabalho de uma empresa de comunicação de marketing tem cinco ingredientes que não podem faltar: know-how, talento, informação de qualidade, processos (já vamos falar deles) e tempo.

Talvez por lhe terem dito que tempo é dinheiro, algumas empresas relutam em dar às suas agências de marketing tempo suficiente para trabalhar. Ou então a explicação é outra: reservar tempo seja para o que for implica planeamento, organização – aquele trabalho de casa de que falamos no item 5.

Welcome kit colaboradores da ANA Aeroportos de Portugal

A capacidade de criar comunicação surpreendente – como este welcome kit para os colaboradores da ANA Aeroportos de Portugal – depende da criatividade da agência, mas também de lhe ser dada informação de qualidade e tempo para chegar a uma solução que funcione

É claro que há momentos em que tanto você como a sua agência têm que ser rápidos:  um movimento imprevisto da concorrência, por exemplo, exige uma resposta imediata.

Salvo em casos assim, lembre-se que criar comunicação com força bastante para gerar resultados é um caminho com muitas etapas. Exige tempo para pensar – e pensar não é uma tarefa linear. É uma busca do desconhecido e do surpreendente, que precisa por isso de uma margem de erro, de espaço para validar hipóteses e alternativas.

8. Ponha a fasquia alta

Esta nem era preciso dizer. Se quer o máximo da sua empresa de comunicação, deixe claro que quer mesmo o máximo. Fuja da complacência e obrigue-a a um padrão tão exigente como o seu. Nos briefings, nos raciocínios, nas soluções criativas, na qualidade das ideias, do texto, do design e da implementação.

Para a sua empresa de comunicação isto pode significar às vezes que tem um cliente difícil. Mas clientes assim – que obrigam a um trabalho cada vez melhor – são os que valem a pena. Pelo menos é o que nós pensamos na Hamlet.

9. Não deixe a sua empresa de comunicação no escuro: dê-lhe feedback

Para a sua empresa de marketing lhe poder dar o máximo, convém que saiba, em cada momento, onde se encontra. Convém também que esse feedback seja não só claro, mas construtivo, bem fundamentado e que distinga o importante do circunstancial.

Como em qualquer relação humana, quanto mais a troca de feedback estiver embutida no dia-a-dia, mais a colaboração será produtiva. Dê feedback com frequência, com rigor e com franqueza. Critique, exija melhorias, sem se esquecer, naturalmente de realçar os pontos positivos da sua empresa de marketing. É o que fazem os clientes da Hamlet (quer ver o que eles dizem de nós?), que assim nos vão dando mais um motivo para fazer sempre melhor da próxima vez.

Quer uma empresa de comunicação de marketing 100% apostada em lhe dar o máximo? Marque uma reunião com a Hamlet