Muitas revistas institucionais são chatas, burocráticas, viradas para o umbigo, mas há outras  – como revela este inquérito desenvolvido  pela Hamlet  – pelas quais os leitores até aceitariam pagar. Como explicar a diferença?

No final de 2009, a ANA Aeroportos de Portugal solicitou a preparação de  um novo inquérito de satisfação à sua revista institucional, a A Magazine, também desenvolvida pela Hamlet (e que pode folhear aqui).Uma imagem surpreendente na capa da A Magazine No inquérito feito aos leitores em 2008 os resultados já tinham sido bastante positivos (com taxas de aprovação sempre acima dos 90%), mas agora os objectivos eram diferentes.

O primeiro inquérito fora realizado meses após o lançamento da revista,  por isso o seu principal objectivo era avaliar o novo projecto gráfico e editorial e compará-lo com a anterior revista da ANA. Em 2009 os objectivos foram alargados: o inquérito incidiria não só sobre a apreciação da revista mas também sobre a caracterização do target e dos seus hábitos de leitura, permitindo à equipa A Magazine conhecer melhor os seus leitores.

A Hamlet apostou numa comunicação bastante apelativa para garantir a participação dos leitores. Banners na intranet e um encarte na própria revista foram os meios para chamar a atenção do leitor e garantir uma alta taxa de participação – que acabou por superar em  47% a do inquérito de 2008.

A análise dos resultados comprovou que a apreciação da revista continua francamente positiva: 92,2% dos leitores Comunicação Internaconsideraram a sua linha gráfica apelativa, 93,5% estão satisfeitos com a linguagem e o estilo da revista, 91,7% aprovam a escolha dos temas e 93% acham a revista genericamente interessante, enquanto apenas 10% declaram quase nunca ou raramente ler a publicação. Apesar de a revista ser gratuita, os leitores deram um sinal particularmente claro do valor que lhe atribuem: 72,4% estariam dispostos, se fosse o caso, a pagar por ela.

Onde está a diferença?

Decididamente, as revistas institucionais não são todas iguais. A diferença está na maneira como são pensadas e feitas. Neste aspecto, a Hamlet tem ideias muito claras, que a experiência com clientes como a ANA ou a Novabase tem convertido em resultados muito positivos. Por exemplo, em revistas institucionais pelas quais colaboradores e clientes até não se importariam de pagar.

Veja o que este cliente tem a dizer sobre a Hamlet.

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