Email Marketing: O Seu Negócio B2B Não Pode Viver Sem Ele

Se a sua empresa vende a outras empresas ou profissionais, o email marketing é uma das suas armas mais importantes para ganhar ou fidelizar clientes.

Tão importante, que a 8ª das 10 Ideias de Marketing para Empresas Business-to- Business é esta: comece a usar o email marketing hoje para tornar a sua empresa mais conhecida, atrair a atenção e o interesse de potenciais clientes e aumentar as suas vendas.

As razões para começar a fazer isso hoje mesmo? Descubra-as neste artigo.

A principal razão para o email ser tão valioso como ferramenta de marketing é que toda a gente o usa. E, pelo que os números indicam, cada vez mais gente vai continuar a usá-lo – cada vez mais.

Business ve consumer email accounts

Fonte: The Radicati Group

Mas nem é preciso pensar em tanta gente: basta olhar para si próprio.

Com que frequência usa o email? Se é como a maioria dos adultos que conheço, não passa um dia sem o usar, e até muitas vezes por dia. E, se trabalha num escritório, com o computador à frente, aposto que nem chega a fechar a sua caixa de correio.

Vai daí, se alguém lhe quiser vender alguma coisa, um bom lugar para o encontrar é à frente do seu email – mais do que na página do seu jornal preferido (caso ainda leia algum) ou de algum canal de televisão.

E não é por acaso. Instantâneo, intuitivo, arquivável, flexível, multimédia… o email é simplesmente tão prático que não conseguimos viver sem ele.

10 dicas de como usar o email para conquistar ou reter clientes, motivar colaboradores, gerar tráfego para o seu site, firmar a imagem da sua empresa ou para o que mais você quiser

Baixo custo, muitas vantagens

Para o seu marketing, o email é uma bênção:

  • É barato, ou até gratuito, mesmo quando enviado a milhares de pessoas.
  • É rápido de pôr na rua
  • É flexível: é fácil enviar textos, imagens, vídeos, áudio, mensagens pessoais, notícias, argumentários de produto… Tudo o que a sua mensagem exigir.
  • É fácil de segmentar de acordo com o perfil e o comportamento de quem o recebe.
  • É automatizável: pode programar de uma só vez os seus envios para que vão acontecendo nas datas agendadas. Ou como resposta a algum comportamento pré-definido do seu destinatário. Se ele clicou num certo link do seu site, abriu (ou não abriu) uma determinada mensagem, zapt: recebe um email programado com a mensagem correspondente.

Sendo um veículo tão acessível, é, ao mesmo tempo, íntimo. Ainda que enviado para milhares de pessoas, um email em meu nome é para mim. Esta é a sua vantagem e, ao mesmo tempo, a sua maior fragilidade: a caixa de entrada é um espaço privado mas facílimo de violar, o que faz com que toda mensagem comercial seja recebida com suspeita.

Quem, no entanto, pede e obtém permissão antes de entrar é tratado como um convidado. Um email desse remetente, mesmo quando enviado em massa, já não é um anúncio que interrompe: pode ser uma comunicação bem-vinda, que nalguns casos o destinatário até pode aguardar com expectativa.

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Na Hamlet somos grandes fãs do email. É uma ferramenta que usamos regularmente, com bom feedback de centenas de subscritores. Clique na imagem e descubra o que torna a nossa newsletter diferente.

Ideal para o business-to- business

A facilidade de segmentar o email torna-o particularmente adequado quando o seu público-alvo é reduzido: não milhões, mas umas poucas centenas ou milhares de clientes com um claro interesse em comum. Por isso é tão valioso para empresas, grandes ou pequenas, que precisam de falar com outras empresas – ou seja, os negócios business-to- business.

O B2B sempre foi uma espécie de patinho feio da comunicação de marketing: os seus orçamentos são menores do que os das marcas de grande consumo, e as suas audiências também. Os meios tradicionais da publicidade – televisão, rádio, imprensa, cartazes – raramente compensam para chegar apenas a uns quantos decisores. O email não põe este problema e tem muitas outras vantagens para comunicar com públicos profissionais.

Tipicamente, as decisões de compra de um cliente empresarial exigem muita informação. O email permite distribuir esta informação com a frequência e a profundidade que for preciso. É perfeito quando a sua venda não acontece apenas na base da emoção e do impulso, mas depende de demonstrar o seu know-how e fiabilidade. Ou quando é preciso explicar em grande detalhe as vantagens do seu produto.

Uma ferramenta, muitas funções

Estas são algumas das empresas que têm desenvolvido ou implementado estratégias de email com a Hamlet. Veja aqui o que têm a dizer sobre esses trabalhos.
Estas são algumas das empresas que já desenvolveram com a Hamlet ações ou programas de comunicação com base no email. Veja aqui o testemunho de um desses trabalhos.

Barato, versátil, flexível, ao mesmo tempo personalizado e massificado, o email pode ter um papel decisivo no seu marketing. Ou, antes, muitos papeis.

Pode ser uma ferramenta de visibilidade, divulgando a sua marca ou gerando tráfego para o seu site. Ajuda a manter o contacto e cultivar o relacionamento com antigos ou atuais clientes, ou com aqueles que ainda está a tentar conquistar. Sendo perfeito para partilhar o seu know-how, permite-lhe posicionar-se como especialista.

Por funcionar em dois sentidos, permite também que a sua comunicação não seja um monólogo, mas uma verdadeira conversa. O que torna ainda mais fácil ir ganhando a confiança do seu potencial cliente – à medida que lhe vai dando amostras palpáveis da sua cultura de serviço, da forma como pensa, dos problemas que já resolveu para outros clientes.

E tudo isto para quê? Para vender, é claro. O email não é só um excelente canal para a pré-venda: a fase em que você estabelece a sua reputação e cria um relacionamento de confiança. É também ótimo para a venda propriamente dita. Permite divulgar a sua oferta, gerar pedidos de informação, insistir… Tudo o que um bom profissional de vendas poderia fazer ao telefone ou em carne e osso, só que para mais gente ao mesmo tempo e com menos custos.

Plano de Comunicação InternaAliás, o email é um complemento indispensável para os seus outros canais de venda: o telefone, a venda presencial, o correio. Reforça-os, prepara-lhes o caminho, aumenta a sua eficácia. Ajuda a alimentar o interesse ao longo do ciclo de compra e, em muitos casos, fechar o negócio.

A porta de entrada para a revolução digital

Mas o que torna o email marketing um verdadeiro divisor de águas para muitas empresas é que através dele elas se estreiam, sem grande esforço, na revolução digital. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a Hamlet. E isto também pode significar uma nova maneira não só de fazer marketing, mas de olhar para o seu próprio negócio.

Além de ser útil no marketing, o email é uma boa forma de as empresas comunicarem com os seus públicos internos. Como neste exemplo da campanha que a Hamlet criou para a Novabase, para comunicar um programa de formação dirigido aos quadros com funções de liderança.

O digital é mesmo uma revolução para as empresas de qualquer tamanho porque lhes dá acesso a possibilidades que antes tinham custos astronómicos. Permite comunicar com públicos numerosos e sem limites geográficos. Permite automatizar inúmeras tarefas de marketing. Permite segmentar com rigor as suas audiências, dirigindo a cada segmento apenas o que for relevante. E permite medir rigorosamente o resultado de cada ação de comunicação: quem abriu o email, quem clicou no link, quem visitou o site, quem acabou por comprar. Quais mensagens funcionaram e quais falharam – e por quê.

Esta forma de pensar o negócio não é nova. Antes da revolução digital, a modalidade de marketing que já levava a funcionar assim era o marketing direto: os seus praticantes sempre tiveram essa cultura de pedir a cada investimento em marketing ou comunicação um retorno claro e mensurável. O marketing digital, na verdade, nada mais é do que um avatar mais rápido e barato do marketing direto.

O email marketing é a forma mais fácil de começar a fazer marketing digital – logo, marketing direto – a sério.

Posso dizer pela minha experiência que, quando o email marketing puser nas suas mãos todas estas capacidades, começará a desenvolver hábitos e uma forma de olhar para as atividades da sua marca de um modo totalmente diferente. E isso mudará o seu negócio.

Jayme Kopke

 

 

 

 

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