APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes

“Expertise e resultados”

Manuela Botelho, Secretária-geral da APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, avalia a colaboração com a hamlet:

“Na sequência do contacto que estabelecemos com um dos formadores da Academia APAN e que é fundador da Hamlet – Jayme Kopke – foi fácil perceber que estávamos perante uma empresa que sabia bastante sobre aquilo que eram as nossas necessidades enquanto associação – reduzida estrutura e necessidade tirar mais partido do e-mail marketing. Gerir a comunicação com uma significativa base de dados de profissionais de diferentes setores, com diferentes experiências e necessidades e, acima de tudo de forma a passar as mensagens certas da maneira mais eficaz, é algo que implica “expertise”.

E isso foi o que encontrámos na Hamlet, com resultados que conseguimos monitorar e que têm provado o retorno do investimento. Como resultado, conseguimos maximizar a utilização de várias ferramentas de comunicação à distância, segmentámos a nossa base de contactos, adequamos o tom da nossa comunicação ao seu objetivo em função do recetor e do emissor. Aprendemos ainda a gerir e planear os vários momentos de comunicação para maximizar o sucesso da mesma.

Não tenho quaisquer dúvidas em recomendar o trabalho da Hamlet, especialmente a quem, como nós, quer assegurar que as suas mensagens chegam aos seus públicos alvo com o propósito pretendido.”

Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

 

“Profissionalismo, experiência e empenho”

José Heitor da Fonseca , do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal, comenta a colaboração com a Hamlet:

“A entrada da Hamlet na ANA coincide e vem na sequência da vontade de se dar um salto necessário em termos de eficácia da comunicação na Companhia! Do seu grande profissionalismo e experiência e do empenho no entrosamento com a equipa da ANA tem resultado um trabalho muito positivo que se traduz numa Revista da Empresa e em projetos de campanhas de comunicação que têm atingindo os objetivos com uma alta qualidade!”

 

“Muito profissionalismo e sentido prático”

Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

“Recomendaria certamente o trabalho da Hamlet”
Henriques Coelho, Coordenador do projecto Portal VIVA – OTLIS, comenta a relação profissional com a Hamlet:

“A Hamlet tem colaborado com a OTLIS  no desenvolvimento dos conceitos de Marca e Comunicação, em mudança. Numa empresa como a nossa, com uma equipa muito reduzida e virada para as questões tecnológicas próprias, numa empresa que tem de olhar para o futuro, com uma estratégia de evolução assente em produtos e serviços bilhéticos na área dos transportes e da mobilidade, inovadores mesmo a nível mundial, é cada vez mais importante contar com a colaboração de profissionais e empresas da Área do Marketing e Comunicação que permitam definir nestas áreas uma estratégia comunicacional apropriada.

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência enriquecedora do ponto de vista profissional e humano. A interacção entre ambas as equipas tem-se pautado por um sentimento de descoberta de caminhos na afirmação da OTLIS e dos cartões VIVA como players essenciais no mercado da mobilidade.

A complexidade e dificuldade da  comunicação no  mundo do transporte público de passageiros é um facto. São serviços de massas, com um posicionamento muito tradicional. Com todos os seus interventores (empresas, clientes, organismos estatais), formas de actuação, ambientes de serviço, normas, enquadramentos jurídicos e outras singularidades próprias, tem sido  um desafio para todos nós, sendo que a  Hamlet nos tem ajudado a encarar a situação  como algo motivante e emocionante do ponto de vista pessoal e profissional, ao aportar uma visão externa, um pensamento estruturado, e uma experiência de trabalho recolhida nesta e sobretudo noutras indústrias.

Avaliamos de forma muito positiva o trabalho da Hamlet. E não só positiva, essencial para a afirmação da OTLIS enquanto empresa com soluções inovadoras na área do ticketing, baseadas na tecnologia Calypso  sem contacto e em soluções interoperáveis próprias, já amplamente testadas em Lisboa, que necessitam de ser comunicadas de forma  apropriada a quem de direito, de ser colocadas  ao serviço dos Operadores da Mobilidade,  soluções comerciais de mais fácil utilização e disseminação, mais próximas dos clientes, mais acessíveis, mais seguras  e, sobretudo, mais económicas para todos.”

“Profissionalismo e experiência de marketing”
Ortiz Rubio de Almeida, Sócio-Gerente do Armazém F, avalia o trabalho da Hamlet:

Quando decidi associar o Armazém F a um modelo de “naming rights”, recorri à Hamlet pelo seu profissionalismo, experiência de marketing e comunicação e networking junto de grandes empresas em Portugal.

A estratégia e argumentação delineadas pela Hamlet ressaltaram as vantagens competitivas que tornam o Armazém F imbatível para um grande projecto de naming rights, dando a essas vantagens corpo e credibilidade junto do potencial patrocinador.

A apresentação concebida pela Hamlet e a sua actuação nas reuniões iniciais com o patrocinador foram determinantes para cativar o interesse da marca que hoje dá nome ao Armazém F.

“O parceiro ideal”
Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proatividade e rigor”
António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Perfeccionismo e criatividade”
Cristina Aragão Teixeira, Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: “massacram” o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing.

“Estratégia e capacidade de resposta”
Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”

“Rapidez e profissionalismo”
Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes

“Expertise e resultados”

Manuela Botelho, Secretária-geral da APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, avalia a colaboração com a hamlet:

“Na sequência do contacto que estabelecemos com um dos formadores da Academia APAN e que é fundador da Hamlet – Jayme Kopke – foi fácil perceber que estávamos perante uma empresa que sabia bastante sobre aquilo que eram as nossas necessidades enquanto associação – reduzida estrutura e necessidade tirar mais partido do e-mail marketing. Gerir a comunicação com uma significativa base de dados de profissionais de diferentes setores, com diferentes experiências e necessidades e, acima de tudo de forma a passar as mensagens certas da maneira mais eficaz, é algo que implica “expertise”.

E isso foi o que encontrámos na Hamlet, com resultados que conseguimos monitorar e que têm provado o retorno do investimento. Como resultado, conseguimos maximizar a utilização de várias ferramentas de comunicação à distância, segmentámos a nossa base de contactos, adequamos o tom da nossa comunicação ao seu objetivo em função do recetor e do emissor. Aprendemos ainda a gerir e planear os vários momentos de comunicação para maximizar o sucesso da mesma.

Não tenho quaisquer dúvidas em recomendar o trabalho da Hamlet, especialmente a quem, como nós, quer assegurar que as suas mensagens chegam aos seus públicos alvo com o propósito pretendido.”

Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

“Profissionalismo, experiência e empenho”

José Heitor da Fonseca , do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal, comenta a colaboração com a Hamlet:

“A entrada da Hamlet na ANA coincide e vem na sequência da vontade de se dar um salto necessário em termos de eficácia da comunicação na Companhia! Do seu grande profissionalismo e experiência e do empenho no entrosamento com a equipa da ANA tem resultado um trabalho muito positivo que se traduz numa Revista da Empresa e em projetos de campanhas de comunicação que têm atingindo os objetivos com uma alta qualidade!”

“Muito profissionalismo e sentido prático”

Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

“Recomendaria certamente o trabalho da Hamlet”

Henriques Coelho, Coordenador do projecto Portal VIVA – OTLIS, comenta a relação profissional com a Hamlet:

“A Hamlet tem colaborado com a OTLIS no desenvolvimento dos conceitos de Marca e Comunicação, em mudança. Numa empresa como a nossa, com uma equipa muito reduzida e virada para as questões tecnológicas próprias, numa empresa que tem de olhar para o futuro, com uma estratégia de evolução assente em produtos e serviços bilhéticos na área dos transportes e da mobilidade, inovadores mesmo a nível mundial, é cada vez mais importante contar com a colaboração de profissionais e empresas da Área do Marketing e Comunicação que permitam definir nestas áreas uma estratégia comunicacional apropriada.

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência enriquecedora do ponto de vista profissional e humano. A interacção entre ambas as equipas tem-se pautado por um sentimento de descoberta de caminhos na afirmação da OTLIS e dos cartões VIVA como players essenciais no mercado da mobilidade.

A complexidade e dificuldade da comunicação no mundo do transporte público de passageiros é um facto. São serviços de massas, com um posicionamento muito tradicional. Com todos os seus interventores (empresas, clientes, organismos estatais), formas de actuação, ambientes de serviço, normas, enquadramentos jurídicos e outras singularidades próprias, tem sido um desafio para todos nós, sendo que a Hamlet nos tem ajudado a encarar a situação como algo motivante e emocionante do ponto de vista pessoal e profissional, ao aportar uma visão externa, um pensamento estruturado, e uma experiência de trabalho recolhida nesta e sobretudo noutras indústrias.

Avaliamos de forma muito positiva o trabalho da Hamlet. E não só positiva, essencial para a afirmação da OTLIS enquanto empresa com soluções inovadoras na área do ticketing, baseadas na tecnologia Calypso sem contacto e em soluções interoperáveis próprias, já amplamente testadas em Lisboa, que necessitam de ser comunicadas de forma apropriada a quem de direito, de ser colocadas ao serviço dos Operadores da Mobilidade, soluções comerciais de mais fácil utilização e disseminação, mais próximas dos clientes, mais acessíveis, mais seguras e, sobretudo, mais económicas para todos.”

“Profissionalismo e experiência de marketing”

Ortiz Rubio de Almeida, Sócio-Gerente do Armazém F, avalia o trabalho da Hamlet:

Quando decidi associar o Armazém F a um modelo de “naming rights”, recorri à Hamlet pelo seu profissionalismo, experiência de marketing e comunicação e networking junto de grandes empresas em Portugal.

A estratégia e argumentação delineadas pela Hamlet ressaltaram as vantagens competitivas que tornam o Armazém F imbatível para um grande projecto de naming rights, dando a essas vantagens corpo e credibilidade junto do potencial patrocinador.

A apresentação concebida pela Hamlet e a sua actuação nas reuniões iniciais com o patrocinador foram determinantes para cativar o interesse da marca que hoje dá nome ao Armazém F.

“O parceiro ideal”

Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proatividade e rigor”

António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Perfeccionismo e criatividade”

Cristina Aragão Teixeira, Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: “massacram” o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing.

“Estratégia e capacidade de resposta”

Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”

“Rapidez e profissionalismo”

Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes

“Expertise e resultados”

Manuela Botelho, Secretária-geral da APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, avalia a colaboração com a hamlet:

“Na sequência do contacto que estabelecemos com um dos formadores da Academia APAN e que é fundador da Hamlet – Jayme Kopke – foi fácil perceber que estávamos perante uma empresa que sabia bastante sobre aquilo que eram as nossas necessidades enquanto associação – reduzida estrutura e necessidade tirar mais partido do e-mail marketing. Gerir a comunicação com uma significativa base de dados de profissionais de diferentes setores, com diferentes experiências e necessidades e, acima de tudo de forma a passar as mensagens certas da maneira mais eficaz, é algo que implica “expertise”.

E isso foi o que encontrámos na Hamlet, com resultados que conseguimos monitorar e que têm provado o retorno do investimento. Como resultado, conseguimos maximizar a utilização de várias ferramentas de comunicação à distância, segmentámos a nossa base de contactos, adequamos o tom da nossa comunicação ao seu objetivo em função do recetor e do emissor. Aprendemos ainda a gerir e planear os vários momentos de comunicação para maximizar o sucesso da mesma.

Não tenho quaisquer dúvidas em recomendar o trabalho da Hamlet, especialmente a quem, como nós, quer assegurar que as suas mensagens chegam aos seus públicos alvo com o propósito pretendido.”

Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

 

“Profissionalismo, experiência e empenho”

José Heitor da Fonseca , do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal, comenta a colaboração com a Hamlet:

“A entrada da Hamlet na ANA coincide e vem na sequência da vontade de se dar um salto necessário em termos de eficácia da comunicação na Companhia! Do seu grande profissionalismo e experiência e do empenho no entrosamento com a equipa da ANA tem resultado um trabalho muito positivo que se traduz numa Revista da Empresa e em projetos de campanhas de comunicação que têm atingindo os objetivos com uma alta qualidade!”

 

“Muito profissionalismo e sentido prático”

Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

“Recomendaria certamente o trabalho da Hamlet”
Henriques Coelho, Coordenador do projecto Portal VIVA – OTLIS, comenta a relação profissional com a Hamlet:

“A Hamlet tem colaborado com a OTLIS  no desenvolvimento dos conceitos de Marca e Comunicação, em mudança. Numa empresa como a nossa, com uma equipa muito reduzida e virada para as questões tecnológicas próprias, numa empresa que tem de olhar para o futuro, com uma estratégia de evolução assente em produtos e serviços bilhéticos na área dos transportes e da mobilidade, inovadores mesmo a nível mundial, é cada vez mais importante contar com a colaboração de profissionais e empresas da Área do Marketing e Comunicação que permitam definir nestas áreas uma estratégia comunicacional apropriada.

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência enriquecedora do ponto de vista profissional e humano. A interacção entre ambas as equipas tem-se pautado por um sentimento de descoberta de caminhos na afirmação da OTLIS e dos cartões VIVA como players essenciais no mercado da mobilidade.

A complexidade e dificuldade da  comunicação no  mundo do transporte público de passageiros é um facto. São serviços de massas, com um posicionamento muito tradicional. Com todos os seus interventores (empresas, clientes, organismos estatais), formas de actuação, ambientes de serviço, normas, enquadramentos jurídicos e outras singularidades próprias, tem sido  um desafio para todos nós, sendo que a  Hamlet nos tem ajudado a encarar a situação  como algo motivante e emocionante do ponto de vista pessoal e profissional, ao aportar uma visão externa, um pensamento estruturado, e uma experiência de trabalho recolhida nesta e sobretudo noutras indústrias.

Avaliamos de forma muito positiva o trabalho da Hamlet. E não só positiva, essencial para a afirmação da OTLIS enquanto empresa com soluções inovadoras na área do ticketing, baseadas na tecnologia Calypso  sem contacto e em soluções interoperáveis próprias, já amplamente testadas em Lisboa, que necessitam de ser comunicadas de forma  apropriada a quem de direito, de ser colocadas  ao serviço dos Operadores da Mobilidade,  soluções comerciais de mais fácil utilização e disseminação, mais próximas dos clientes, mais acessíveis, mais seguras  e, sobretudo, mais económicas para todos.”

“Profissionalismo e experiência de marketing”
Ortiz Rubio de Almeida, Sócio-Gerente do Armazém F, avalia o trabalho da Hamlet:

Quando decidi associar o Armazém F a um modelo de “naming rights”, recorri à Hamlet pelo seu profissionalismo, experiência de marketing e comunicação e networking junto de grandes empresas em Portugal.

A estratégia e argumentação delineadas pela Hamlet ressaltaram as vantagens competitivas que tornam o Armazém F imbatível para um grande projecto de naming rights, dando a essas vantagens corpo e credibilidade junto do potencial patrocinador.

A apresentação concebida pela Hamlet e a sua actuação nas reuniões iniciais com o patrocinador foram determinantes para cativar o interesse da marca que hoje dá nome ao Armazém F.

“O parceiro ideal”
Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proatividade e rigor”
António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Perfeccionismo e criatividade”
Cristina Aragão Teixeira, Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: “massacram” o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing.

“Estratégia e capacidade de resposta”
Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”

“Rapidez e profissionalismo”
Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes

“Expertise e resultados”

Manuela Botelho, Secretária-geral da APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, avalia a colaboração com a hamlet:

“Na sequência do contacto que estabelecemos com um dos formadores da Academia APAN e que é fundador da Hamlet – Jayme Kopke – foi fácil perceber que estávamos perante uma empresa que sabia bastante sobre aquilo que eram as nossas necessidades enquanto associação – reduzida estrutura e necessidade tirar mais partido do e-mail marketing. Gerir a comunicação com uma significativa base de dados de profissionais de diferentes setores, com diferentes experiências e necessidades e, acima de tudo de forma a passar as mensagens certas da maneira mais eficaz, é algo que implica “expertise”.

E isso foi o que encontrámos na Hamlet, com resultados que conseguimos monitorar e que têm provado o retorno do investimento. Como resultado, conseguimos maximizar a utilização de várias ferramentas de comunicação à distância, segmentámos a nossa base de contactos, adequamos o tom da nossa comunicação ao seu objetivo em função do recetor e do emissor. Aprendemos ainda a gerir e planear os vários momentos de comunicação para maximizar o sucesso da mesma.

Não tenho quaisquer dúvidas em recomendar o trabalho da Hamlet, especialmente a quem, como nós, quer assegurar que as suas mensagens chegam aos seus públicos alvo com o propósito pretendido.”

Veja mais testemunhos dos clientes da Hamlet:

 

“Profissionalismo, experiência e empenho”

José Heitor da Fonseca , do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal, comenta a colaboração com a Hamlet:

“A entrada da Hamlet na ANA coincide e vem na sequência da vontade de se dar um salto necessário em termos de eficácia da comunicação na Companhia! Do seu grande profissionalismo e experiência e do empenho no entrosamento com a equipa da ANA tem resultado um trabalho muito positivo que se traduz numa Revista da Empresa e em projetos de campanhas de comunicação que têm atingindo os objetivos com uma alta qualidade!”

 

“Muito profissionalismo e sentido prático”

Octávia Carrilho, Secretária-Geral da ANA Aeroportos de Portugal, avalia o trabalho da Hamlet:

“O trabalho com a Hamlet, ao nível da concepção e produção da revista da empresa, tem-se revelado cada vez mais frutuoso.

Gosto particularmente da atitude de responsabilidade que é demonstrada no trabalho da Hamlet e da preocupação de se manter fiel a um projecto que nasceu com muita dedicação e empenho e no qual se acredita.

É um trabalho planeado e organizado. Há da parte da equipa da Hamlet muito profissionalismo e sentido prático e a combinação destas duas variáveis permite um resultado final muito positivo”.

“Recomendaria certamente o trabalho da Hamlet”
Henriques Coelho, Coordenador do projecto Portal VIVA – OTLIS, comenta a relação profissional com a Hamlet:

“A Hamlet tem colaborado com a OTLIS  no desenvolvimento dos conceitos de Marca e Comunicação, em mudança. Numa empresa como a nossa, com uma equipa muito reduzida e virada para as questões tecnológicas próprias, numa empresa que tem de olhar para o futuro, com uma estratégia de evolução assente em produtos e serviços bilhéticos na área dos transportes e da mobilidade, inovadores mesmo a nível mundial, é cada vez mais importante contar com a colaboração de profissionais e empresas da Área do Marketing e Comunicação que permitam definir nestas áreas uma estratégia comunicacional apropriada.

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência enriquecedora do ponto de vista profissional e humano. A interacção entre ambas as equipas tem-se pautado por um sentimento de descoberta de caminhos na afirmação da OTLIS e dos cartões VIVA como players essenciais no mercado da mobilidade.

A complexidade e dificuldade da  comunicação no  mundo do transporte público de passageiros é um facto. São serviços de massas, com um posicionamento muito tradicional. Com todos os seus interventores (empresas, clientes, organismos estatais), formas de actuação, ambientes de serviço, normas, enquadramentos jurídicos e outras singularidades próprias, tem sido  um desafio para todos nós, sendo que a  Hamlet nos tem ajudado a encarar a situação  como algo motivante e emocionante do ponto de vista pessoal e profissional, ao aportar uma visão externa, um pensamento estruturado, e uma experiência de trabalho recolhida nesta e sobretudo noutras indústrias.

Avaliamos de forma muito positiva o trabalho da Hamlet. E não só positiva, essencial para a afirmação da OTLIS enquanto empresa com soluções inovadoras na área do ticketing, baseadas na tecnologia Calypso  sem contacto e em soluções interoperáveis próprias, já amplamente testadas em Lisboa, que necessitam de ser comunicadas de forma  apropriada a quem de direito, de ser colocadas  ao serviço dos Operadores da Mobilidade,  soluções comerciais de mais fácil utilização e disseminação, mais próximas dos clientes, mais acessíveis, mais seguras  e, sobretudo, mais económicas para todos.”

“Profissionalismo e experiência de marketing”
Ortiz Rubio de Almeida, Sócio-Gerente do Armazém F, avalia o trabalho da Hamlet:

Quando decidi associar o Armazém F a um modelo de “naming rights”, recorri à Hamlet pelo seu profissionalismo, experiência de marketing e comunicação e networking junto de grandes empresas em Portugal.

A estratégia e argumentação delineadas pela Hamlet ressaltaram as vantagens competitivas que tornam o Armazém F imbatível para um grande projecto de naming rights, dando a essas vantagens corpo e credibilidade junto do potencial patrocinador.

A apresentação concebida pela Hamlet e a sua actuação nas reuniões iniciais com o patrocinador foram determinantes para cativar o interesse da marca que hoje dá nome ao Armazém F.

“O parceiro ideal”
Paulo Rosa, Country Manager da Vexcorp Portugal, avalia a contribuição da Hamlet para a estratégia de lançamento da empresa no mercado português:

“A Vexcorp procura consolidar a sua operação em Portugal e viu na Hamlet o parceiro ideal para ajudar a criar uma estratégia que nos permita competir no disputado mercado português de wi-fi.

A Hamlet encontrou um ângulo de abordagem ao mercado português que tira partido da capacidade da Vexcorp na América Latina e no Brasil, em que somos líderes, abrindo-nos os olhos para um segmento de clientes empresariais e particulares que inicialmente não tínhamos considerado para o mercado europeu.

Vemos na Hamlet a capacidade estratégica, criativa e de implementação para nos ajudar a desenvolver propostas à medida das empresas portuguesas que podem beneficiar deste serviço, afirmando definitivamente a Vexcorp como um player importante no mercado português de telecomunicações.”

“Proatividade e rigor”
António Varela Afonso, Presidente do Conselho de Administração Executivo da CA Seguros, comenta o desempenho da Hamlet na promoção do processo de certificação da empresa:

“No primeiro projecto desenvolvido para a CA Seguros, a Hamlet demonstrou uma óptima compreensão das nossas necessidades de comunicação. Com uma atitude proactiva e rigorosa, aprofundou o brief “puxando” por nós na recolha de informação. O resultado foi além das nossas expectativas.

A CA Seguros seleccionou a Hamlet por ter apresentado um projecto de comunicação interna bem estruturado e muito apelativo em termos de imagem, com conteúdos perfeitamente adequados ao objectivo e ao orçamento, e com uma perspectiva de continuidade ao longo do período de desenvolvimento do projecto.

A comunicação proposta pela Hamlet contribuiu de forma decisiva para o entusiasmo das nossas equipas no lançamento do projecto. Continua a gerar agrado, uma vez que os colaboradores quiseram manter as peças da campanha nos seus locais de trabalho”

“Perfeccionismo e criatividade”
Cristina Aragão Teixeira, Directora de Marketing e Comunicação da Novabase, avalia o trabalho da Hamlet:

Trabalhar com a Hamlet tem sido uma experiência muito positiva. Sobretudo porque surpreendem sempre, ou quase sempre, principalmente no que toca à criatividade. Estudam o briefing e propõem algo imprevisível. Às vezes estranha-se, depois ama-se.

Aprecio particularmente a forma exigente como analisam o briefing: “massacram” o cliente a querer perceber tudo. Valorizo também a qualidade dos textos, é um dos valores acrescentados da Hamlet, e o perfeccionismo na execução dos trabalhos.

Não tenho qualquer hesitação em recomendar os serviços da Hamlet na comunicação de marketing.

“Estratégia e capacidade de resposta”
Rui Lucena, Director de Marketing da CP Carga, avalia o trabalho da Hamlet:

“A Hamlet tem apoiado a CP Carga na comunicação da empresa e da marca comercial Cargo-Logistics Portugal. O trabalho da Hamlet tem sempre uma sólida base estratégica, que revela uma grande compreensão dos problemas específicos do mercado business-to-business, em que a CP Carga actua.

Também demonstra uma criatividade ajustada aos objectivos e focalizada nos resultados. Com uma boa capacidade de resposta em vários domínios – publicidade, direct mail, design, conteúdos de comunicação interna… – a Hamlet é um parceiro que tem merecido, da nossa parte, uma confiança crescente, e que nos surpreende a cada acção/iniciativa desenvolvida!”

“Rapidez e profissionalismo”
Marta Anahory, responsável pela Comunicação Interna & B2B Sales Support da Prosegur, avalia o trabalho da Hamlet:

“Reforçamos a nossa satisfação em ter trabalhado com a Hamlet na última edição da nossa revista interna, um processo em que corresponderam às nossas solicitações sempre com grande rapidez e profissionalismo”.

Como fazer um viral (à moda russa)

Briefing – 03-09-2013

 

Trade marketing: quando a prática não é acompanhada pela reflexão“Fazer um ‘viral’ tornou-se o sonho dos marketeers. Gastar uns tostões, ser visto por milhões. Quem não quer?”. O problema é que não é evidente. Mas o diretor-geral da Hamlet, Jayme Kopke, encontrou a “receita” num clássico russo e desvenda-a num artigo para o Briefing.

“Com a explosão da internet, ‘fazer um viral’ tornou-se o sonho dos marketeers. Gastar uns tostões, ser visto por milhões. Quem não quer?
O problema é que conseguir que um conteúdo se torne viral não é assim tão evidente. Se ao menos houvesse uma receita…
Pois eu achei uma, e onde menos esperava: no clássico Guerra e Paz, de Tolstoi. Editado em 1869, mas cuja receita continua válida – e contém precisamente 10 dicas, que traduzo a seguir, para criar um viral hoje:

“Bilibine gostava tanto da conversa como do trabalho, desde que ela fosse espirituosa e distinta. Quando em sociedade (1), estava sempre à espreita do momento (2) de dizer fosse o que fosse digno de ser notado e só com essa condição consentia embrenhar-se numa conversa (3). A sua conversação era toda salpicada (4) de frases originais (5) e espirituosas (6), e de interesse geral (7). Preparava as suas frases no silêncio do gabinete expressamente para que elas pudessem vir a ser espalhadas (8), para que as mais significativas pessoas da sociedade pudessem lembrar-se delas facilmente e repeti-las de salão em salão (9) . E, efetivamente, os ditos de espírito de Bilibine espalhavam-se nos salões de Viena, e por vezes tinham influência nos assuntos considerados sérios (10).”

Leão Tolstoi, in Guerra e Paz. 1973, Publicações Europa-América, Trad. Isabel da Nóbrega e João Gaspar Simões.

E agora a tradução:

1. Não seja um eremita.
Um viral precisa de uma “sociedade”. Num site sem visitas, os seus “ditos” – ou vídeos – não vão infetar ninguém. Hoje os salões são facebooks, twitters, youtubes, a sua lista de email… Frequente-os. Não há notícia de epidemia causada por um vírus tímido.

2. Esteja atento.
Para entrar na conversa com “à propos” – como diriam os russos francófonos de Tolstoi – é preciso estar à espreita. Ande por ali, participe, acompanhe os assuntos. Ou vai tropeçar no ponto 7.

3. Não brinque aos vírus.
Um profissional do contágio tem que ser mesmo isso: profissional. Influenciar é um trabalho a tempo inteiro, intencional, planeado e exigente.

4. Seja consistente
Já reparou que, no Governo Sombra, mal o Ricardo Araújo Pereira abre a boca o Carlos Vaz Marques desata a rir – mesmo que o outro ainda não tenha dito nada? Com o Bilibine devia ser igual. Mas para isso foi preciso que ele – como o RAP – “salpicasse” a sua conversa de coisas inteligentes ou engraçadas. Quando um vírus ganha fama, os hospedeiros ficam assanhados para o espalhar pelo mundo.

5. Seja original.
Mais fácil falar do que fazer, mas se precisar há profissionais para dar uma ajuda. Não é para isso que tem uma agência?

6. Faça rir.
Mais uma vez, fácil de dizer. Mas se é essa a vocação da sua marca (e de quem cria a sua comunicação), use-a à grande.

7. Apanhe boleias.
Conheça o seu público e escolha temas que já andam nas conversas. Por exemplo, se neste artigo eu saísse falando em Tolstoi não ia ter muita audiência. Mas como conheço o “interesse geral” dos leitores do Briefing, não falo de Guerra e Paz mas de como fazer um viral. Captei ou não a sua atenção?

8. Transpire.
Os conteúdos mais partilhados muitas vezes parecem vir de uma inspiração espontânea. Ilusão. Um viral raramente é um bilhete premiado – a internet que de repente faz explodir a nossa mensagem. Exige planeamento, trabalho, “o silêncio de um gabinete”.

9. Encontre os seus hubs.
Bilibine mirava nas “pessoas significativas” – as que contagiam o ambiente à volta. Conhece as suas? Líderes de opinião, comunidades afins com a sua mensagem mas capazes de a pôr a circular noutras esferas: injete aí os seus vírus.

10. Reclame o seu prémio.
Influenciar é um poder, daí o estatuto de celebridade ser tão procurado. Sejam globais ou de nicho (“o guru mundial dos comandos eletrónicos”), a aura das celebridades vai além do seu pelouro estrito. Por isso futebolistas são vozes na política, atores opinam sobre a felicidade, até gurus em comandos eletrónicos ganham comando sobre coisas mais importantes. Torne-se viral – e colha os frutos”.

Jayme Kopke, diretor-geral da Hamlet

Fonte: Briefing

Trade marketing: quando a prática não é acompanhada pela reflexão

Briefing – 03-06-2013

Trade marketing: quando a prática não é acompanhada pela reflexão

O trade marketing é “uma disciplina em que a prática ainda não é suficientemente acompanhada pela reflexão”. A opinião é do diretor-geral da Hamlet, Jayme Kopke, num artigo para o Briefing suscitado pela segunda edição do crash couse que vai ministrar para a Academia APAN.

“Quando a Academia APAN, da Associação Portuguesa de Anunciantes, me desafiou em 2012 a dar o primeiro crash course sobre “o essencial sobre trade marketing”, o meu primeiro sentimento misturava entusiasmo e receio.

O receio vinha do fato de eu não ser propriamente um especialista em trade marketing. Sou um publicitário com experiência na comunicação mass media, no marketing direto e digital. Na Wunderman, onde fui diretor criativo, participei de alguns trabalhos que me chamaram a atenção para a especificidade dos mercados business-to-business, o que acabou por dar origem à Hamlet. Alguns desses projetos envolviam o trade.

Quando a Hamlet estava a dar os primeiros passos, um projeto particularmente bem sucedido nesse campo reforçou a minha convicção de que o trabalho com o canal de distribuição estava cheio de oportunidades por desbravar.
Assim, se apesar do receio inicial acabei por aceitar o convite da APAN, e se agora volto a fazê-lo para a 2ª edição do curso, foi por duas razões.

A primeira foi pensar que este é um tema em que a comunicação pode ajudar muito mais do que tem feito. Especialmente se for entendida como comunicação integrada: uma atividade que coordena diferentes ferramentas e os esforços de distintas áreas das empresas em torno de certos eixos – a estratégia da marca, por exemplo. Há muito que acredito que a forma compartimentada de implementar a comunicação – engavetando-a de acordo com as diferentes disciplinas ou com as agendas paralelas de departamentos que não se falam – não faz muito pela sua eficácia.

As áreas cobertas pelo termo “trade marketing“, ou seja, aquelas ligadas às relações com a distribuição, estão particularmente sujeitas a essa compartimentação. São as vendas para um lado, a publicidade “de marca” para outro, a comunicação POS para um terceiro. Há pouca consciência até mesmo da existência das outras áreas – para não falar de integração.

Pareceu-me útil, por isso, que alguém arriscasse sistematizar uma visão mais coordenada do papel da comunicação ao longo de todo o ciclo da distribuição. Ou seja, desde a comunicação interna (entre o marketing e as áreas comerciais) passando pelo B2B (com o trade) e indo até ao B2C (com o consumidor via trade). Tendo trabalhado muitos anos na publicidade de bens de consumo e migrado, na Hamlet, para a comunicação business-to-business, esta é uma visão com que me identifico.

A segunda razão para aceitar o desafio foi que, ao procurar o que havia publicado sobre a matéria, pude confirmar que era quase nada. Entre livros, artigos, sites, vídeos e apresentações, praticamente não há uma reflexão estruturada sobre o trade marketing. O próprio significado do termo não é o mesmo para os diferentes (e poucos) autores que o usam.

Iniciar essa reflexão, mesmo do ponto de vista de uma espécie de outsider, seria assim um serviço aos praticantes do trade marketing e às empresas. Aliás, ser a reflexão de um outsider não tem que ser uma desvantagem. Numa área das empresas que parece ainda estar a ganhar consciência de si mesma, a visão do conjunto, mais à mão de quem não está imerso nas rotinas da atividade, será, espero, um trunfo.

crash course dos próximos dias 4 e 5 de junho começa com uma discussão sobre o próprio termo “trade marketing” – que, como se verá, hoje significa tudo e mais um pouco. A oportunidade é escolher entre esses vários sentidos os que melhor traduzem o trade marketing como um conceito integrador.

A seguir passaremos por uma visão sintética do que habitualmente se chama o “trade”, pelas diferentes relações entre “o trade” e a indústria e pelas implicações de tudo isso para o marketing. Por fim, vamos conversar sobre algumas das ferramentas e abordagens de comunicação à disposição dos “trade marketers”.

Ainda que dirigido a profissionais cujas primeiras preocupações são certamente de ordem prática, o curso não pretende, obviamente, ter todas as respostas. Pareceu-me já bastante ambicioso que pudesse servir como um mapa das questões levantadas hoje por uma disciplina em que a prática ainda não é suficientemente acompanhada pela reflexão”.

Jayme Kopke
Diretor-geral da Hamlet

Hamlet reforça portefólio com APAN e Banco BIG

Briefing – 12-04-2013

Hamlet reforça portefólio com APAN e Banco BIG

A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) e o Banco BIG são os mais novos clientes da Hamlet, agência especializada na comunicação B2B.

Com associados que representam cerca de 75 por cento do investimento publicitário em Portugal, a APAN tem dinamizado a sua atuação em várias frentes. Além da defesa dos interesses dos membros em tudo o que se refere à comunicação comercial, está à frente de iniciativas como os Prémios Eficácia ou o programa Media Smart, de programas de formação como a Academia APAN e da difusão de conhecimento e boas práticas relevantes para o sector.

Apoiar a comunicação de todas essas iniciativas tendo como suporte principal o email marketing é o desafio colocado à Hamlet, que vê no email um integrador particularmente apropriado às características da APAN. O objetivo é estreitar a relação com os associados, através de uma comunicação focada no serviço e na relevância, e também apoiar os esforços de angariação de novos membros.

Já o Banco BIG, distinguido pela revista Exame como melhor banco – pela quinta vez em seis anos – e novamente o mais sólido, na categoria médio e pequeno banco, recorreu à Hamlet para criar e produzir a campanha de divulgação online destas distinções.

Especializada na comunicação de marketing B2B, com a APAN e o Banco BIG a Hamlet aumenta uma carteira de clientes, que inclui a ANA Aeroportos de Portugal, a Novabase, a CP Carga, a LBO e a Fellowes Ibérica, entre outros.

Hamlet e Sarau firmam parceria para o mercado luso-brasileiro

Briefing – 08-04-2013

Hamlet e Sarau firmam parceria para o mercado luso-brasileiro

A empresa de comunicação de marketing B2B portuguesa Hamlet acaba de estabelecer uma parceria com a brasileira Sarau, com o intuito de desenvolver um trabalho conjunto nos dois lados do Atlântico.

Com dois escritórios no Brasil, a Sarau tem procurado ampliar a rede de parceiros dentro e fora do país, acrescentando novas disciplinas e especialidades aos serviços que disponibiliza.

A aproximação à Hamlet começou há dois anos, quando um dos sócio da Sarau – Paulo Bittencourt – aproveitou uma visita a Portugal para conhecer de perto a Hamlet, que já seguia pela internet, descobrindo afinidades que iam além do foco no mercado B2B. Nomeadamente, a importância que ambas as empresas dão ao conhecimento.

Com esta parceria, a Hamlet e a Sarau preparam-se para acompanhar os movimentos de internacionalização de empresas brasileiras e portuguesas e tirar partido da complementaridade entre as equipas nos dois países.

Hamlet faz parceria com agência brasileira

5 de abril de 2013, Meios & Publicidade

logotipo HamletA Hamlet, empresa especializada na comunicação de marketing B2B, fez uma parceria com a agência brasileira Sarau Comunicação para trabalharem oportunidades de negócio nos dois países. O objectivo é acompanhar a internacionalização de empresas brasileiras e portuguesas. “A aproximação com a Hamlet começou há dois anos, quando Paulo Bittencourt, um dos sócios da Sarau, aproveitou uma visita a Portugal para conhecer de perto a Hamlet, que já seguia pela internet, e acabou por descobrir afinidades que iam além do foco no mercado B2B. Além da forma de trabalhar, descentralizada e em rede, ambas as empresas dão grande importância ao conhecimento como motor do negócio”, descreve a Hamlet. A Sarau tem escritórios em São Paulo e em Porto Alegre.

 

 

B2B: Hamlet comunica Fellowes

Briefing – 07-03-2013

B2B: Hamlet comunica Fellowes

A Hamlet é a responsável pela campanha promocional de destruidoras de documentos da Fellowes, empresa que fabrica e distribui equipamentos de escritório e soluções de arquivo.

A campanha conta com uma adaptação mecânica promocional, a criação de um site oficial para as destruidoras e a hipótese de ganhar um iPad na compra do equipamento.

Com uma lista de clientes que inclui a ANA, Novabase, EDP e Travelstore, a Hamlet é uma empresa especializada na comunicação de marketing business-to-business.

Hamlet trabalha Fellowes

6 de março de 2013, Meios & Publicidade

A agência Hamlet foi escolhida pela Fellowes, fabricante e distribuidora de equipamentos de escritório e soluções de arquivo, para adaptar para o mercado português a sua campanha para as destruidoras de documentos. A campanha, que consistiu na adaptação da mecânica promocional e na criação do site www.destruidorasfellowes.com, prolonga-se até ao fim do mês. A acção, em que os clientes podem ganhar um iPad, decorre também nos pontos de venda.

Como tirar o máximo partido do email? A Academia APAN dá a “fórmula”

Briefing – 21-02-2013

Como tirar o máximo partido do email? A Academia APAN dá a “fórmula”

Dotar os formandos de competências específicas relativamente às melhores práticas internacionais ao nível do Email Marketing é o objetivo da formação promovida pela Academia APAN, que decorre na próxima segunda e terça-feira, 25 e 26, em Lisboa. O diretor-geral da Hamlet, Jayme Kopke, é o responsável por este crash course.

A relevância das bases de dados, o processo de criação e aquisição das mesmas, a estruturação da mensagem de acordo com os objetivos estratégicos, ou, até mesmo o processo de automação e disseminação da mensagem serão algo dos temas em destaque.

Durante este crash course pretende-se também contextualizar os principais conceitos e práticas ligados ao email marketing, nomeadamente no que diz respeito à definição e implementação de ações mais estruturadas e eficazes. Serão, ainda, identificadas as mais-valias e principais diferenças em relação ao marketing direto, com vista à geração de mais resultados.

Artigo do Briefing de janeiro de 2013

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Artigo Briefing

Comunicação Interna

Academia APAN reforça aposta na formação em 2013

Briefing – 16-01-2013

A Academia APAN decidiu começar o novo ano com o lançamento de 23 formações, a primeira decorre ainda este mês, de 21 a 23 de janeiro,  e será dedicada ao “Facebook Marketing”, um dos temas que continua a ter grande adesão junto dos profissionais do setor. A especialista em redes sociais da OMG Consulting Ana Mendes será a oradora deste seminário.

Durante o encontro serão exploradas as diferentes características e necessidades implícitias a este tipo de comunicação, assimo como as mais-valias que as marcas podem retirar das plataformas digitais como ferramente de engagement com os consumidores.

Entre 24 e 25 de janeiro está agendado o crash course intitulado “Apresentações de Alto Impacto”, em modalidade de ‘workshop’, da responsabilidade de Luís Moniz.

“Esta iniciativa tem trazido à associação um espaço aberto, onde se privilegia o diálogo e a partilha de experiências entre formadores e formandos, e onde muitas empresas têm encontrado uma oportunidade para desenvolver, em conjunto, novas ideias e conceitos”, refere Manuela Botelho, secretária-geral da APAN.

Para fevereiro estão previstas mais três formações: “Comportamentos de Compra em tempos de recessão”, por Marta Araújo (4 e 5 de fevereiro); “O essencial sobre Email Marketing”, por Jayme Kopke (25 e 26 de fevereiro); e “Comunicação Estratégica de Marketing” por Luís Veríssimo (14, 15, 21 e 22 de fevereiro).

Os formadores da Academia APAN são profissinais da indústria do marketing e comunicação, especialistas nas áreas em que intervêm e com ligações à universidade. As ações da APAN em 2013 serão compostas por vários seminários e crash courses

O país invisível

Briefing – 04-01-2013

As empresas B2B – incluindo a maioria dos exportadores, a atual tábua de salvação do País – são uma espécie de patinho feio no que toca ao marketing. Quem o afirma é o diretor-geral da Hamlet, Jaime Kopke, e explica porquê:

Porque “se procurarem apoio no marketing ou na comunicação, não importa que as suas necessidades sejam radicalmente diferentes, o mais provável é que lhes sejam servidas as mesmas abordagens que têm sido usadas para a publicidade de grande consumo”.

A este propósito, Jaime Kopke escreveu para o Briefing um artigo de opinião sobre aquilo que designa como “O país invisível”:

“Há um país de que não nos damos conta o ano inteiro e que de repente sobe ao palco, por uns instantes, quando vemos as estatísticas das exportações. Com que então há tantas empresas portuguesas a vender para o Dubai ou para a Tanzânia? E por que diabo nunca ouvi falar delas?

Acalme-se: não me vou lançar aqui num hino aos nossos abnegados exportadores, que labutam na sombra enquanto outros ficam com o crédito – em todos os sentidos. A invisibilidade do setor exportador não é mérito nem defeito seu. Tem é uma razão objetiva, que é importante perceber e gerir.

A razão dessa invisibilidade é que a maior parte dessas empresas opera em mercados business-to-business. Ou por ser o seu território natural – o das muitas empresas que fornecem componentes, máquinas ou serviços para outras empresas lá fora – ou porque, embora produzam bens de consumo, a sua estratégia para exportar passa por todo o tipo de intermediários: marcas alheias, agentes, cadeias de distribuição, etc.

Ora, uma das características dos mercados B2B é tenderem, em geral, a uma relativa invisibilidade. Relativa em dois sentidos: em relação à típica marca de grande consumo, que para se vender precisa obviamente de ser conhecida, e também no sentido em que essa invisibilidade não pode ser total.

Uma empresa business-to-business pode prosperar séculos desconhecida do grande público, mas se quiser ter sucesso tem que ser uma celebridade no seu nicho. O que, sendo uma tarefa bem diferente da criação de visibilidade a que as marcas B2C estão habituadas, não é um desafio menos complexo. E aí é que está o perigo – para essas empresas e para o país.

Em Portugal, como em todo o lado, as empresas voltadas para o grande consumo têm uma probabilidade muito maior de estarem bem assistidas quando precisam conquistar mercados do que as que operam no B2B. O marketing foi criado em função das marcas B2C. Como também têm os budgets mais simpáticos, é natural que o grosso dos recursos, talentos e know how em marketing e comunicação gire à sua volta.

Já as empresas B2B – incluindo a maioria dos exportadores, a nossa atual tábua de salvação – são neste particular uma espécie de patinho feio. Se procurarem apoio no marketing ou na comunicação, não importa que as suas necessidades sejam radicalmente diferentes: o mais provável é que lhes sejam servidas as mesmas abordagens que têm sido usadas para a publicidade de grande consumo – simplesmente porque é dessas que a generalidade das agências e empresas de comunicação dispõe.

Visibilidade por si só não é um ponto crítico no B2B? Ok, leve na mesma com uma grande campanha de imagem. O meu público-alvo não são consumidores em Lisboa e Porto, mas umas centenas de decisores pelo mundo? Excelente: propomos televisão em prime time e meias páginas no Expresso. Sim, estou a caricaturar, mas não a partir de algo que já não tenha visto.

E será que os nossos exportadores caem nesta conversa? Uns poucos, sim; mas a maioria sabe perfeitamente o valor do seu dinheiro. O problema é que, ao não verem este tipo de “investimento” como uma alternativa, muitas empresas também não veem nenhuma outra. E acabam por se aventurar nos duríssimos mercados estrangeiros sem nenhum apoio profissional de marketing ou comunicação.

A boa notícia é que, assim como os desafios de marketing em contexto business-to-business são específicos, também há soluções específicas para eles. E já existem, em Portugal, empresas e profissionais de marketing que não só dominam essas abordagens como fazem do B2B a sua especialidade.

O País invisível vai continuar invisível, e até certo ponto não há nada de errado com isso, mas, dentro dos nichos e mercados empresariais em que opera, é bom que tenha ajuda para brilhar. Uma abordagem diferenciada ao marketing business-to-business pode ser uma parte importante dessa ajuda.

Jayme Kopke
Diretor-geral e Criativo da Hamlet – Comunicação e Marketing B2B